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015 - 002 - Homosexual
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001 - O COMPLEXO DE CASTRAÇÃO

               Muitos confundem o Complexo de Castração com o Complexo de Édipo.  Outros o entendem como a sensação de perda que alguém sente quando é podado ou impedido de realizar algo que gosta. Há realmente pessoas castradoras: pais, chefes e certos líderes que impedem a realização dos objetivos de seus subalternos ou familiares, frustrando-os em suas conquistas ou ideais.  No entanto alguns homens associam o Complexo de Castração à redução do pênis. E esta é, com certeza, a grande frustração de nosso jovem Serginho.

               Serginho é filho único, está agora com 20 anos. Um dia, a mãe dele, nossa amiga e confidente de muitos anos, pediu-me ajuda. Preocupava-se com o comportamento do filho. Tornara-se um rapaz arredio, não saia mais de casa. Quando voltava do trabalho, trancava-se no quarto a ler e a estudar. Não tinha namorada. Vivia triste, melancólico. Prometi ajudá-la. Afinal o Serginho era também meu amigo, me ouvia e me respeitava. 

               Uma tarde, conforme havíamos combinado, Serginho chegou. Eu estava só.  Levei-o até o meu escritório e, a portas fechadas, fui direto ao problema. Ele me confessou que não tinha coragem de procurar mulher porque tinha vergonha do próprio pinto. Nas poucas vezes que se despiu em público diante dos colegas, no clube, eles riram dele, fizeram piadinhas e gozação, por que o pinto era muito pequeno. Daí, a frustração do rapaz, o complexo de castração que passou a dominá-lo e a interferir na sua vida, castrando-lhe o ânimo, a alegria de viver e, sobretudo, a disposição para o sexo que ele experimentou fazer com prostitutas, mas não teve ereção.  E lá estava ele ali, diante de mim, acabrunhado, de olhos baixos, alisando nervosamente os longos cabelos louros. Serginho é um rapaz bonito, meio gordinho, mas não obeso.  Eu resolvi ver de perto a causa do seu complexo e pedi que baixasse as calças. (não afirmo que não houvesse uma segunda intenção em meu subconsciente). Ele me olhou meio encabulado e eu insisti:

               - Sergio, o que eu preciso fazer para lhe ajudar, vai depender de algumas coisas que vou lhe pedir. Não tenha receio, além de dois homens, somos amigos. Tudo o que acontecer aqui, vai ficar aqui... Concorda?

                - Está certo - disse ele, baixando as calças e a cueca.

               Pra minha surpresa, sob um tufo de pentelhos rubros, jazia em repouso um pênis branquinho e gordinho, não muito menor que o meu. O meu, em repouso (mole) mede 8 a 9 cm, em ereção total mede 17. O dele, acredito, era menor que o meu apenas uns 2 cm, porém bem mais grosso. Ereto talvez medisse uns 15 cm. Decidi comprovar e apelei:

               - Eu vou tocar em seu pênis como se fosse uma mulher, de forma delicada.  Você deve fechar os olhos e imaginar que é uma mulher que está lhe tocando... Não tenha receio... Está pronto?... Posso começar?

               - Sim, pode!

               De pé, ele fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás como se estivesse sonhando. Eu me aproximei e com a mão esquerda segurei delicadamente o saco dele e comecei a acariciar –lhe o pau com a ponta dos dedos, bem de leve, da base no púbis até a cabeça. Ele teve um estremecimento e eu a ereção de meu teimoso e incorrigível guerreiro. Em pouco tempo, com a continuação das carícias, o pau do meu jovem amigo, para a minha alegria, começou a inchar e a se erguer e eu aproveitei para deixá-lo totalmente erguido e bem duro, apalpando-o prazerosamente. Quando senti que era hora, me ergui e disse a ele com certo entusiasmo:

               - Serginho, meu amigo, seu pau não é pequeno!... Imagina!... E de mais a mais, não é o tamanho do pinto que determina a macheza de um homem nem o seu desempenho sexual. A maioria das mulheres não faz questão de tamanho, mas de qualidade do ato. O seu pau é quase do tamanho do meu, veja, disse eu tirando minha bermuda e mostrando o meu, àquela altura tão duro quanto o dele. Ele me olhou sorrindo, com ar de dúvida:

               - Será?

               Sem responder me aproximei, colei meu corpo ao dele e juntando os dois paus:

               - Claro, olha aqui, é só um pouquinho menor que o meu... Está vendo?

               Ele concordou com um sorriso e eu aproveitei a ereção dele para continuar o teste, desta vez com mais ousadia, enquanto lhe massageava o pau:

               - Serginho, há quanto tempo você não mete numa mulher? Pode falar, aqui não tem ninguém pra rir de você...

               Ele, baixando os olhos, respondeu encabulado:

               - Nunca cheguei a transar de verdade com mulher.

               - Nem sexo anal com algum coleguinha, como passivo ou ativo?

               - Quando eu tinha 15 anos, eu fiz sexo com um colega.

               - Como ativo ou passivo?

               - Os dois... Foi troca-troca!

               Movido pela excitação que o pau dele me causava, aproveitei a deixa pra fazer uma sugestão:

               - Serginho, eu disse, você está muito excitado, com muito tesão e eu gostaria que você saísse daqui aliviado e sem complexos pronto para a próxima transa com uma mulher, não gostaria de fazer um treinamento?

               - Como assim, perguntou ele, curioso:

               -É simples: você imagina que sou uma mulher, eu chupo seu pau, depois me deito ali, no sofá, de pernas abertas, você entra no meio delas, segura nas minhas pernas, lambe o meu cuzinho e mete seu pênis nele como se ele fosse uma boceta, ok?

               -Nossa!... Você faz mesmo isso por mim?

               -Faço, sim!... Mas veja bem, nunca fiz com ninguém, entende?... Você quer fazer?

               -Quero!

               Mais que depressa, fiquei completamente nu e depois de chupar e lamber por um longo tempo o pau dele. Lubrifiquei-o com gel, deitei-me de costas no sofá, com a bunda na beirada, abri bem as pernas, na posição frango assado e com voz de mulher o chamei:

              -Vem, Serginho, mete aqui na minha bocetinha, mete meu gorduchinho tesudo.

               A esta altura ele estava totalmente nu, caminhando em minha direção, com aquele membro branco e virgem, mas grosso e rijo, como um aríete de guerra pronto a arrombar a porta de um castelo. Quando ele se baixou no meio de minhas pernas e se pôs a lamber meu cu, eu não queria acreditar, quase gozei naquele momento. Após várias lambidas deliciosas, ele se ergueu, colocou os joelhos na borda do sofá, mal posicionou a cabeça do pau no meu cu, empurrou-o pra dentro e se pôs a socar. Senti dor, afinal o pau dele era então o mais grosso que o meu rabo já havia engolido. E enquanto ele dava estocadas sem parar, meu tesão aumentava, meu pau latejava e eu sussurrava com voz afeminada:

               -Mete, Serginho, mete esse pau gostoso, fode a minha bocetinha, fode meu bem!

               E ele metia com força mesmo fazendo o saco estalar de encontro minha bunda. Meu cacete duro roçava no ventre dele enquanto ele me estocava. Quando pensei que ele fosse gozar, ele parou de estocar e se pôs a me chupar o cacete. Quando começou a me estocar o cu novamente e pedi que ele parasse e deixasse ficar lá o pau por algum tempo, eu queria ficar contraindo o cu, sentindo a grossura quentinha daquele rolete de carne. Assim que ele voltou a socar de novo o pau, logo veio o orgasmo e gozamos juntos. Quando ele retirou o cacete de dentro de mim, caiu no sofá e exclamou:

               -Nossa, seu Spartacus, que cu gostoso que você tem!... Foi bom, eu gozei!

               Meus amigos acreditem, foi uma experiência incrível. Mas eu achei que Serginho não estava pronto ainda, faltava algo mais para que ele se sentisse totalmente senhor de si, sem complexo algum. Enquanto ele foi ao banheiro se lavar, eu liguei para minha amiga Selene, que mora no prédio vizinho ao meu, contei o caso de Serginho e perguntei se ela não gostaria de ajudá-lo com os seus encantos e seduções a conhecer uma mulher de fato. Ela aceitou, pois veio a calhar que estava carente e há uma semana não transava.  Pedi que ela viesse ao meu escritório com a desculpa de me devolver alguns CDs. 

               Quando Serginho voltou do banheiro, eu lhe disse que precisava sair um pouco e pedi que me esperasse, ele aquiesceu. Desci as escadas, bati a porta, mas não saí, parei no saguão esperando Selene que não demorou mais que 20 minutos. Ela subiu e eu fiquei na entrada, esperando-a ansioso por saber como foi o seu encontro com o meu jovem amigo.

              Quando Selene desceu, meia hora depois, me olhou sorrindo e garantiu:

              -O seu amiguinho está aprovado com distinção e louvor, mete gostoso!

              Selene, inteligente e perspicaz, acabou por levantar a autoestima do rapaz. Fez amor com ele elogiando o seu pau e o seu desempenho durante o sexo. Agradeci a minha amiga e subi. Encontrei Serginho, estirado no sofá. Quando me viu comentou com o mais convincente ar de satisfação:

              -Puxa, seu Spartacus, ela é incrível! Nunca pensei que fosse tão bom!... Foi o senhor que mandou ela aqui, não foi?

               -Foi sim. Você precisava transar com uma mulher assim, perder o medo e o complexo de pinto pequeno. Fico feliz por você ter espantado seus fantasmas sexuais...

               -Ô, seu Spartacus, o senhor me ajudou de mais da conta, até bancou a mulher pra me treinar...

               -É, mas não fique me lembrando, eu não quero sentir falta disso...

               -Está certo eu sei que foi pra me ajudar, mas mesmo se o senhor gostasse de fazer assim, ninguém tem nada com isso e eu não ia pensar mal do senhor. Eu também não quero que ninguém saiba o que a gente fez aqui...

               -Que bom ouvir isso Serginho... Confio em você.

               Ele se levantou e fez menção de sair, me olhou um pouco em silêncio depois, meio sem jeito e me disse:

               -Olhe seu Spartacus, eu gostaria de retribuir a ajuda que me deu... Se acaso o senhor sentir falta de sexo daquele jeito, pode contar comigo... Eu topo fazer outra vez, quero lhe ajudar.

               Claro que o rapaz não é nenhum inocente, percebeu que eu senti prazer ao transar com ele. Não nego que me senti comovido e excitado ao mesmo tempo. Puxei-o pelo braço e o abracei carinhosamente, apertei-o contra mim e ao encostar meu pau no dele, senti que ele estava duro outra vez. Não resisti, apalpei-o por cima da bermuda... Ele apalpou o meu também e observou com malícia:

               -É seu Spartacus, estou vendo que o senhor ta com vontade... Quer transar de novo?...

               -Quero, sim, quero muito...

               Num átimo estávamos os dois completamente nus com os respectivos paus em ponto de bala. Experimentei beijar-lhe a boca e ele correspondeu, enroscando sua língua na minha, numa carícia prolongada e sem pressa. A aula de Selene, pelo visto,  fora-lhe bastante proveitosa. Em seguida fiquei de quatro no tapete e ele, após lubrificar o pau segurou-me pelos quadris, curvou-se sobre mim, beijou-me a nunca, as costas, baixou-se e me deixou deliciosamente mais tesudo, lambendo meu cuzinho. Em pouco tempo a rola dele deslizava no meu reto, pra frente e pra trás, produzindo uma sensação gostosa de preenchimento e carícia ao mesmo tempo. A cada empurrão do pau dentro do meu cu, suas bolas batiam freneticamente em minha bunda num ploc-ploc excitante. Após umas trinta bombadas, senti seu pau latejar dentro de mim e jato quente de esperma inundou minhas profundezas, levando-me também ao paroxismo do gozo, num orgasmo que não precisou do toque de minha mão para explodir.

               Serginho estava efetivamente pronto para o sexo sem barreiras. De vez em quando ele me ligava perguntando se eu queria que ele viesse me encontrar. Nunca disse que não e durantes meses seguidos dei gostosamente minha bunda ao sedento rapaz.

               Uma noite eu o vi saindo do cinema abraçando uma garota pela cintura. Caminharam assim até o estacionamento, entraram no carro,  beijaram-se  e se foram, quem sabe, para um motel.  Uma ponta de ciúme me feriu de leve, mas ao mesmo tempo me senti feliz. Eu libertara um jovem de um complexo e o ajudara a se encontrar sexualmente.

Spartacus.

 

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