Rubia & Beto

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015 - 003 - Incesto
015 - 003 - Incesto

 


001 - Minha irmã Mariana

                     Na época eu tinha 18 anos, Ia à escola no período da manhã e passava a tarde toda, sozinho em casa com minha irmã e nossa empregada Julia. Meus pais trabalhavam em outra cidade próxima a nossa e só retornavam pra casa no início da noite.

                    Tudo aconteceu numa segunda feira em que eu havia saído do colégio antes do horário normal e cheguei mais cedo em casa. Entrei e subi para o meu quarto, mas para isso tive de passar pelo quarto de minha irmã. Mariana tinha na época 19 anos. Como a porta estava aberta, olhei para dentro e encontrei minha irmã ajoelhada de frente para a cama chupando a pica de um amigo dela.

                    A cena me excitou e meu pau ficou duro na mesma hora. Quando eles me viram, ela parou assustada, ele vestiu as calças, levantou-se e saiu correndo sem dizer nada. Mariana, muito nervosa, começou a chorar me pedindo para não contar nada aos nossos pais, só que ela sempre me dedurava quando eu fazia alguma besteira. Disse a ela que contaria, pois o que ela fez foi muito grave. Não haveria jeito. Ela me implorou para que eu ficasse quieto, me ofereceu o dinheiro da mesada dela, disse que nunca mais iria me dedurar... Como eu não acreditava nisso, disse que já estava decidido, e que ela levaria uma bronca como eu sempre levava.

                    Ela estava desesperada e sem pensar me disse: E se eu fizesse o mesmo com você, você ficaria calado? Aquilo me deixou um pouco perdido, mas um bocado excitado. Recusando a ação eu esbravejei: Você acha isso certo, Mariana? Ela notou que meu pau estava duro e falou que sabia que eu ia gostar. Fez-me sentar na cama, ficou em pé na minha frente, começou a se despir. Primeiro a blusa, depois a calça, as meias, o sutiã e finalmente a calcinha. Meu pau estava quase saltando da calça de tão duro. Eu estava olhando a bucetinha raspada de minha irmã, quando então ela veio até mim, tirou minha camiseta e me deu um beijo na boca. Eu desviei a cara, mas ela disse: Agora que já começamos, deixe rolar... Não aguentei e me entreguei ao prazer. Respondi com um longo beijo de língua.

                    Mariana tirou meus tênis, minhas meias e calças, deixando-me só de cueca. Voltou a me beijar e ficou acariciando meu pênis por cima da cueca. Pedi que me chupasse, como fez com o amigo. Sem hesitar ela abaixou minha cueca e agarrou meu pau com força. Passou a me masturbar enquanto falava que queria me ver gozar na boca dela. Ajoelhou na minha frente e lambeu meu pau desde a base até a ponta da glande, deu umas lambidas nesta e começou a me chupar. Começou a subir e descer sua boca pelo meu pau me levando à loucura. Como ela chupava gostoso. Mariana ficou se deliciando com meu mastro por uns cinco minutos, até que eu gozei na boca dela.

                    Depois disso ela se levantou, foi até o banheiro e cuspiu na pia. Voltou para o quarto e pegou suas roupas com a intenção de vestir-se. Eu a agarrei por trás e disse que uma vez começado a sacanagem, teríamos que terminá-la. Deitei-a na cama e passei a chupar sua buceta que, apesar de não ser mais virgem, era bem apertadinha. Lambia com um cão e arrancava gemidos de prazer de minha irmazinha vadia. Chupei, lambi e mordisquei os lábios de sua vagina, fazendo Mariana gozar na minha boca. Ela virou-se e fizemos um 69. Meu pau voltou a ficar em ponto de ação e eu disse que iria comê-la.

                   Deitei-a na cama, fiquei em pé e coloquei suas pernas roliças para cima, cruzando-as sobre meus ombros. Encostei a cabeça de meu pau na entrada de sua grutinha e fiquei pincelando, só para provocar. Como sabia que ela tomava pílulas, nem me preocupei em colocar camisinha. Comecei a enfiar a cabeça do meu pau na sua xana e ela passou a gemer como uma puta. Enfiei tudo e comecei a mexer, fazendo um vai e vem bem rápido, com estocadas fortes. Minhas bolas batiam no cuzinho dela. Abri as pernas de Mariana, segurando-as no ar, formando um V, mexi cada vez mais rápido, até que gozei novamente, jorrando toda minha porra dentro daquela bucetinha. Deitei por cima dela e dei um longo beijo em sua boca. Saí da cama e sentei na cadeira da escrivaninha, observando minha irmã ainda deitada com as pernas escancaradas. Ela falou: Agora é minha vez de gozar. Voltou a chupar meu pau, até que ele endureceu novamente, não tão duro como antes, mas o suficiente para mais uma metida. Ela de frente para mim sentou no meu colo, deu uma levantada e encaixou meu pau de novo na sua buceta. Eu passei a chupar-lhe os peitos, enquanto ela cavalgava na minha pica. Ela cavalgou feito uma profissional, indo até a beira do meu caralho e sentando devagar. Deu uma parada, começou a rebolar cada vez mais rápido e gozou.

                    Ela saiu de cima e eu disse que queria gozar no cuzinho dela, mas ela disse que nunca tinha dado o rabo e que não daria pra mim. Eu queria mais, então aceitei em terminar comendo a bucetinha dela mais uma vez. Encostei-a na parede e levantei uma de suas pernas pela coxa, e com a outra mão direcionei meu caralho pra sua xota e enfiei tudo de uma vez.

                    Ela deu um gritinho, mas eu não parei. Pressionei Mariana contra a parede e levantei sua outra perna, tirando minha irmazinha gostosa do chão. Fiquei segurando Mariana por debaixo das coxas e fui estocando cada vez com mais força, pois estava morrendo de tesão. Mariana gritava de tanta dor e prazer que eu resolvi colocá-la no chão, com as pernas abertas. Novamente encaixei meu pau na gruta de minha irmã e enfiei com força, e ela voltou a gritar. Comecei então a mexer bem devagar, mas rigorosamente, até que nós dois gozamos juntos pela última vez. Infelizmente, nunca mais comi minha irmã, mas nunca esqueci essa nossa transa.