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015 - 004 - Lésbicas
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001 - Minha professora particular

          Meu nome é Lydia, tenho 18 anos, sou loira, 1,63m e 52 kg. Moro com os meus pais e mais dois irmãos numa casa em Teresópolis. Já tive dois ou três namorados, sem nunca ter me envolvido num relacionamento muito sério, apesar de não ser mais virgem desde os 15 anos. Eu estudo numa escola de segundo grau, e pretendo fazer vestibular no final do ano. Tem algumas matérias que eu gosto mais de estudar, e vou super bem no colégio, mas algumas outras eu não curto muito e acabo não indo tão bem. É o caso de matemática, por exemplo. No último bimestre minhas notas foram muito ruins em matemática, e já pensando no vestibular, meus pais contrataram uma professora particular pra me ajudar a entender a matéria. Sendo assim, eu comecei a ter aulas particulares duas vezes por semana, no período da tarde.

          A professora contratada se chama Joana, e se não me engano ela tem uns 30 anos. Até que pra uma professora de matemática ela é simpática e bonita. É morena e magra, mas tem os seios avantajados, o que me chamou a atenção quando ela foi dar a primeira aula na minha casa usando um decote bem cavado. Geralmente no horário das aulas tem alguém em casa, além de mim. Ou é um dos meus irmãos ou é minha mãe. A Joana é gente fina, e ensina super bem. Eu é que não aprendo direito. Mas teve um dia, há pouco tempo, que ela apareceu na minha casa, como de costume, por volta das 2hs da tarde, e eu estava sozinha, já que minha mãe e meus irmãos tinham saído, e meu pai estava trabalhando. Ela estava, como sempre, com um decote justo, acentuando o volume dos seios, e eu, espantada não conseguia evitar um olhar para os seios dela. Nesse dia, a gente conversou um pouco e em seguida nos sentamos à mesa da sala pra começar a aula. Abri o livro de matemática, peguei papel e lápis, e logo ela começou a me explicar os números complexos. Até então, eu nunca tinha tido desejos por uma mulher, e nem sei se naquele momento era isso que eu estava sentindo, mas o fato é que sempre que ela começava as explicações, eu olhava pra ela atentamente e aproveitava para dar uma rápida espiada no decote dela, porque a verdade era que eu estava achando os seios dela lindos. E acho que numa dessas espiadelas ela me notou, e acho que deve ter gostado, porque ela se aproximou um pouco mais, e à medida que a aula ia avançando, eu sentia o corpo dela mais em contato com o meu, até o momento que pude sentir um dos seios se encostar em meu braço, enquanto eu fazia um cálculo no papel e ela observava. Senti um arrepio percorrer meu corpo naquele momento, mas tentei afastar qualquer pensamento, até porque eu não queria sentir aquilo. Ela continuou com o seu corpo bem próximo ao meu, e começou a fazer elogio ao meu desempenho com os números. Notei que ela também estava se comportando de maneira bem diferente dos outros dias. Ria mais, não cobrava tanto... Ela continuou me passando os exercícios, sem desencostar de mim, e eu continuei fazendo, sem deixar de me arrepiar cada vez que ela falava com a boca bem próxima do meu ouvido. Quando eu terminei o último exercício, ela me surpreendeu dizendo que eu estava de parabéns e que merecia um beijo. Eu agradeci sorrindo. Senti, então, ela alisar meu cabelo levemente e num lapso de segundo, num momento muito breve, senti os lábios dela tocarem os meus, um pouco sem querer, um pouco querendo. O momento foi muito rápido, mas o suficiente para eu sentir minha calcinha se molhar toda de tesão. A professora estava me surpreendendo, e mesmo eu estava me surpreendendo. Milhares de coisas passavam pela minha cabeça, entre elas o medo de que alguém chegasse em casa de repente. O estranho foi que nenhuma de nós duas mencionou o descuido do beijo, que era pra ser um simples beijo na bochecha, e acabou sendo na boca. Eu comecei a guardar os livros, ajudada pela joana, e a conversa continuou, como se nada tivesse acontecido. Enquanto a gente arrumava a mesa da sala, o papo variava de namorados ao vestibular, e sempre tinha um comentário divertido da Joana, qualquer assunto que fosse. Quando tudo já estava em seu lugar, ela me pediu que eu a acompanhasse até o banheiro não sei porque cargas d'água, e eu fui com ela, sempre mantendo a conversa em tom animado. No banheiro ela lavou as mãos e falou sobre como é difícil encontrar um homem decente nos dias de hoje. Eu ouvia as palavras dela escorada na porta de entrada, olhando outra vez para os seios dela, e ainda excitada com aquela situação. E ela novamente me surpreendeu quando sem mais nem menos, abaixou as calças, depois a calcinha, e sentou para fazer xixi, enquanto continuava falando normalmente. Mais um arrepio percorreu meu corpo, e eu não pude deixar de olhar para o corpo dela nu, da cintura para baixo, sem saber direito o que estava acontecendo, e se a professora fazia aquilo intencionalmente ou não. Ela pediu que eu conseguisse papel higiênico pra ela, e eu meio tonta, abri o armário do banheiro, peguei um, e estiquei o braço até ela. Meu coração estava a mil por hora, e eu gostava do que estava sentindo. Quando ela se levantou, vestindo de novo a calça, fui impulsionada por essa excitação, e abaixei a minha, sentando eu para fazer xixi. Joana me olhou, e eu me excitei mais ainda com a idéia de estar sendo observada nua por outra mulher. Mantive as pernas bem abertas, deixando bem à mostra minha xoxota. Quando eu terminei e estava me limpando, Joana interrompeu e disse que não se limpava a vagina de trás para frente, mas sim ao contrário, da frente para trás, e pegou um pedaço de papel dizendo: - Deixa que eu te mostro como é! Fiquei parada, sem reação. Ela pediu que eu abrisse um pouco as pernas, e então passou com delicadeza o papel, me fazendo soltar um pequeno gemido de prazer. E enquanto ela fazia isso, continuava dizendo: - Uma xoxota bonita como a sua tem que ser bem cuidada. Ela, então, pediu que eu me levantasse, e eu atendi o pedido, ainda com a calça arriada. Joana se abaixou na minha frente e ficou com o rosto quase colado na minha vagina. Ela deu um beijo suava entre as minhas pernas, e permaneceu com os lábios encostados nos meus pêlos. Sem saber o que fazer, eu coloquei as minhas mãos na cabeça dela, e puxei devagar seu rosto de encontro à minha buceta.

  

          Comecei a sentir a língua dela penetrando em mim, e lambendo todo o líquido que escorria de dentro de mim. Ela lambeu com muito carinho e disse que eu tinha um gosto delicioso. Não resisti e pedi pra sentir o gosto dela também. Ela então se levantou, e ficou de frente para mim. Nos olhamos durante alguns segundos, e logo ela tirou a blusa, sem falar nada. Vi os seios maravilhosos dela bem na minha frente, e levei minha mão até eles, sentindo, no toque, todo aquele volume perfeito, preenchendo toda a palma da minha mão. Levei, em seguida, minha boca até um deles, e chupei com vontade, quase explodindo de tanto tesão. Desci pelo corpo dela com a boca, e ajudada pela minha professora, consegui abaixar a calça e a calcinha, e chegar até a buceta peluda e cheirosa da Joana. Quando eu coloquei minha língua, senti um gosto estranho de um líquido quente, mas gostei. Chupei todo aquele líquido, e comecei a lamber a buceta dela com voracidade.

                       

           Senti Joana ficar com as pernas bambas várias vezes, e isso só me excitava mais ainda. Eu enfiava minha língua o máximo que podia, e sugava tudo o que podia sugar do meio das pernas da professora de matemática. Me levantei e fomos para o quarto, onde continuamos a nos beijar e nos acariciar. A gente se deitou na minha cama, já completamente nuas, e começamos a esfregar uma vagina na outra, deitadas uma por cima da outra. O ritmo era intenso, e eu sentia com muito prazer a minha xoxota roçar a buceta da Tereza, pegando fogo de tanto tesão. Nossos corpos estavam completamente unidos, pernas com pernas, vagina com vagina, seios com seios, e boca com boca. Era uma sensação maravilhosa. Eu, por cima, sentia as mãos de Joana agarrando a minha bunda, e me apertando com força, fazendo com que nosso contato fosse total.

 

          Nosso ritmo aumentava freneticamente, e tanto eu quanto ela, gemíamos intensamente, querendo cada vez mais uma à outra. Eu queria a Joana, Mais e mais. E a gente continuou os movimentos, uma sobre a outra. E o orgasmo foi total, e múltiplo. As nossas bocas se procuraram apressadas, os corpos suados, e as nossas línguas se lamberam com violência.

          Ficamos ainda por um tempo deitadas abraçadas depois colocamos nossas roupas demos mais um beijo de despedida e já estávamos ansiosas esperando por outra oportunidade onde ela disse que traria alguns brinquedinhos para aumentar ainda mais nosso tesão. Foi minha primeira experiência com outra mulher, não descarto os homens, mas o tesão que sinto por Joana é incomparável.

 

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