Rubia & Beto

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015 - 005 - Menage
015 - 005 - Menage

 

 

005 - Eu, meu marido, e meu cunhado

 

          O que vou contar aqui, foi a melhor transa da minha vida, com meu marido e meu cunhado. Meu nome é Simone, tenho 32 anos, sou casada há seis anos com Alfredo, 34 anos.

       Sempre fomos praticantes de sexo "normal", como a maioria dos casais, até que um dia, durante uma de nossas transa, ele me perguntou se eu toparia ter uma experiência de sexo a três, com mais um homem.

       No início fui contra, mas fiquei com aquilo na cabeça e com o passar dos dias comecei a imaginar a cena justamente com meu cunhado Carlos de 25 anos. Eu imaginava meu marido por baixo penetrando minha bucetinha, e seu irmão por trás, metendo no meu cuzinho. Ficava molhadinha só de pensar.

      Quando Alfredo voltou a tocar neste assunto, disse a ele que toparia sim, e havia pensado em Carlos, seu irmão. A princípio ele ficou meio confuso, mas aos poucos ele passou a gostar da ideia. A partir deste dia, isso passou a ser a nossa fantasia secreta.

       Certa vez, estávamos transando e eu pedi a ele que falasse umas coisas bem loucas no meu ouvido, para me deixar mais excitada. Ele começou dizendo que iria me deixar sozinha em casa e ligar para seu irmão vir passar o final de semana com a gente. Eu devia esperar por ele completamente nua. Fui a loucura... Gozei como nunca...

      Depois de tantas coisas gostosas que ele me falou, comecei a mexer mais rápido, e ele, entendendo o meu tesão, acelerou o ritmo até que cheguei ao orgasmo e ele me inundou com sua porra. Foi muito bom. Assim, nossas transas melhoravam a cada dia.     

      Em outra ocasião, eu perguntei à ele: "Será que seu irmão vai topar transar junto com a gente?" Ele respondeu com um simples "Claro que vai". Ficamos em silêncio por uns segundos, até que ele perguntou: "E se eu chamar Carlos neste final de semana, você vai dar para ele?

    Fiquei surpresa com ele, e perguntei se ele estava mesmo decidido e se iria permitir tudo. Ele respondeu: "É meu maior sonho, vai ser bom para nós três... Fiquei muda depois da resposta, e ele voltou a dizer: “Você gostou quando eu contei no seu ouvido como seria”? Ele perguntou isso já sabendo que eu tinha gostado, respondi que realmente tinha ficado com tesão naquela hora. Mas insisti: "Você deixaria mesmo outro homem comer a tua mulher?" Daí ele me explicou que tinha pensado bastante nesse assunto e disse que não se tratava de qualquer outro homem, que era seu irmão, uma pessoa boa, que tanto ele como eu conhecíamos bem, que eles dois sempre foram muito unidos, e que acima de tudo era um cara totalmente descomprometido. Ele continuou dizendo que se um dia nós três fizéssemos alguma coisa juntos, não seria nada forçado, todos teriam que estar afim, caso contrário não faríamos nada. Não seria uma coisa vulgar, seria uma troca de afeto, faríamos tudo com carinho. Diante de tantos argumentos eu comecei a pensar como isso seria bom. Ter dois homens na cama me dando prazer. Se com um já é gostoso, com dois deve ser melhor ainda. Fiquei imaginando a cena e adormeci...

      No dia seguinte, perguntei como ele iria fazer para chamar o irmão dele e como tudo deveria acontecer. Alfredo então começou a me contar seus planos. Chamaria o Carlos para passar o final de semana em nossa casa, se ele aceitasse, eu deveria usar durante todo o tempo roupas bem provocantes, Alfredo arrumaria algum pretexto para sair nos deixando a sós por algum tempo. Neste período eu deveria me insinuar, provocar e se fosse preciso abriria o jogo contando tudo para Carlos. “Isso vai ser bem gostoso, né amorzinho?", ele disse, enquanto me abraçava. Eu respondia sussurrando: "Sim, vai ser ótimo".

    Então ele falou que quando tivesse chance iria conversar com seu irmão. Carlos mora numa cidade próxima a nossa, e quando vem para nossa cidade, costuma ficar em um hotel, pois fica sem jeito de dormir em nossa casa. Eu e Alfredo não temos filhos e em nossa casa temos um quarto para hóspedes. Várias vezes convidamos Carlos para dormir em nossa casa e ele não aceitou por isso Alfredo pretende sair neste dia, deixando-nos a sós e com pretexto de não me deixar sozinha, ele passaria a noite em nossa casa.

    Naquele final de semana, uma decepção, Carlos não veio. Ele teve que ficar na em sua cidade para trabalhar sábado e domingo, pois tinha muito serviço. Tivemos que esperar mais uma semana, durante esse tempo eu e Alfredo nutríamos a nossa fantasia. Foi durante esta semana que tivemos a nossa primeira penetração anal. Alfredo tirou a virgindade do meu rabinho, para ir me preparando para a nossa grande experiência sexual. Depois disso eu fiquei viciada em sexo anal. Não me conformava que eu tinha perdido esse prazer por tanto tempo.

 

        Eu estava vendo que estava demorando muito para o Alfredo falar com irmão dele então sugeri que ele enviasse um E-mail, convidando Carlos para vir passar o final de semana em nossa casa, pois queríamos comemorar algo muito legal. Como ele não respondia ao e-mail, pedi ao Alfredo que ligasse para seu irmão, perguntando se havia recebido nosso E-mail. Não foi preciso, pois naquele mesmo dia Carlos telefonou, disse que poderia vir, mas queria saber o que iriamos comemorar.  Alfredo disse que seria uma surpresa.

     Quando chegou sexta-feira, para nossa surpresa, o Carlos chegou de viagem, disse que tinha vindo antes, pois estava curioso para saber o que nós três iriamos comemorar.

     Logo que me viu cumprimentou-me com um beijo, fiquei excitada só de imaginar o que estaria por acontecer. Acho que ele até percebeu minha euforia.  

       Alfredo e Carlos ficaram na sala conversando, enquanto eu fui tomar um delicioso e demorado banho. Estava morrendo de tesão. Eu e Alfredo já havíamos escolhido a roupa que eu usaria. Coloquei uma minissaia vermelha bastante curta com uma blusinha de alça e nadinha por baixo. Sem calcinha e sem soutien.

 

 

        Ao retornar para sala, levei uma garrafa de vinho para os dois, sei que ambos adoram vinho. Pude perceber que meu cunhado me olhou de uma maneira diferente, o que me deixou com a buceta meladinha.

        Por volta das 10 horas, Alfredo nos disse que precisaria ir até a empresa, pois havia recebido uma mensagem que havia algum problema. Falou que voltaria logo e que era para esperarmos por ele.

         Ficamos eu e o Carlos na sala. Conversamos de tudo, bebemos bastante vinho, eu já começava a falar besteiras e sem receio nenhum deixava meu cunhadinho ver que eu estava sem calcinha. Pude notar o grande volume que se formava em sua calça. Levantei-me e fui me sentar ao seu lado, então resolvi tomar a iniciativa. Peguei em sua mão e coloquei sobre minhas pernas. A mão dele estava fria e suada pelo nervosismo. O ambiente estava com pouca luz, mas nos permitia enxergar bem. Aproximei-me ainda mais dele e dei um beijo em sua boca. Ele retribuiu. Fui passando as mãos pelas costas dele enquanto o beijava, ele também desceu as mãos e ficou acariciando minha bundinha.  Fui com a mão até o pau dele, por cima das calças e notei que estava muito duro.

       Tirei minha blusa e deixei que ele admirasse os meus seios. Ele colocou as mãos e ficou massageando de uma maneira que me deixou com muito tesão. Eu aproveitei aquele carinho por uns instantes e resolvi tirar toda a roupa. Enquanto eu tirava saia, ele tirou a camisa. Ele ainda estava de calças, e eu nuazinha. Ajoelhei-me na frente dele e o ajudei a desabotoar e baixar o zíper. Puxei a calça para baixo trazendo junto a cueca, o pauzão duro dele ficou bem na minha frente. Não resisti e abocanhei. Fiquei chupando aquele pinto, enfiando a metade na boca e tirando para fora bem devagar, pressionando um pouco com os lábios. Segurei o pau dele, colocando-o um pouco para cima, e passei a língua quente e molhada de saliva no saco dele, sentindo que os testículos estavam duríssimos. Já estava molhadinha, prontinha para ele.

 

 

         Fomos para o quarto, fui até a cama, deitei e o chamei: "vem cá cunhadinho gostoso. Pode fuder essa bucetinha, seu irmão deixa" Ele se colocou entre as minhas pernas, eu peguei aquele cacete com a mão e coloquei a cabeça bem na entrada da minha bucetinha. Ele foi empurrando devagarinho e me penetrando, até estar com o pinto todinho dentro de mim. Ele começou a mexer para frente e para trás bem gostoso, e ficamos fazendo assim. Eu quase não acreditava que estava fazendo aquilo de verdade. Eu estava dando para outro homem, e ainda por cima era o irmão do meu marido! Mil coisas estavam passando pela minha cabeça naquela hora, mas nada era maior que o prazer e o tesão que eu estava sentindo. Enquanto mexia, ele beijava os meus seios, dando umas chupadinhas de leve no biquinho. Parecia que eu ia explodir de tanto tesão, estava quase gozando. Ficamos transando assim por alguns minutos, e eu ainda não tinha chegado ao orgasmo, quando meu marido entrou nu no quarto.

        Quando ele entrou, não sei por que, mas tanto eu quanto o Carlos ficamos um pouco envergonhados. Não havia motivo para nos sentirmos assim, pois tínhamos combinado aquilo. O Alfredo deitou ao meu lado na cama, o Carlos saiu de cima de mim e deitou do outro lado. Eu fiquei no meio deles e virei para o Alfredo. Nós dois ficamos deitados de lado. Eu peguei o pau do Alfredo e coloquei no meio das minhas pernas, para ele me penetrar. Ele enfiou o pau em mim e ficou me beijando, e eu notei que o Carlos ficou parado, sem fazer nada. Coloquei o braço para trás e o puxei para junto de mim. Segurei no pau dele e o coloquei no meio da minha bunda. Eu estava com os dois bem coladinhos em mim, um pela frente e o outro por trás. Enquanto Alfredo me penetrava, o Carlos ficava roçando o pau dele no meio da minha bunda. Ele ficava esfregando a cabeça do pinto no meu cuzinho, e isso me deixava louquinha. Aquilo estava demais, muito gostoso. Pela primeira vez na vida eu sentia dois pintos duros em mim. Eu tinha dois homens ao mesmo tempo só para mim. Eu me entreguei totalmente aos dois. "Façam o que quiserem comigo, eu sou todinha de vocês", eu dizia baixinho para eles.

 

        Ficamos naquela posição por mais um tempo, até que o Alfredo resolveu mudar. Ele disse para eu ir por cima do Carlos. Fiquei de joelhos em cima do Carlos e ele colocou a cabeça do pau na minha vulva. Eu fui baixando devagarinho e o pau foi entrando. Quando entrou tudo eu me deitei em cima dele e aproveitei para beijar a boca daquele gatinho lindo. Enquanto isso o Alfredo se colocou atrás de mim e foi pressionando o meu lolozinho com a cabeça do pau. O meu cuzinho ficou muito sensível naquele momento e se contraiu, dificultando a penetração. Alfredo tentava enfiar com mais força, e começou a doer um pouco. Eu disse para ele: "tá doendo, amor." Então, ele ficou massageando o meu rabinho com os dedos, para me relaxar. De repente ele enfiou o dedo no meu cú, que agora estava mais receptivo e prontinho para uma pica dura. Ele foi enfiando tudo, a cabeça entrou bem devagar, para não machucar. O resto entrou bem fácil, mas ele enfiou somente a metade do pau. Os dois ficaram mexendo, fazendo o movimento de vai-e-vem, me fodendo bem gostoso. Eu estava alucinada com tanto tesão. Eu me apoiava na cama, com os braços estendidos e jogava a bunda para trás, para o pau do Alfredo entrar mais no meu cú, mas quando eu fazia isso o pau do Carlos quase saía da minha buceta. Então eu jogava o quadril novamente para frente, para o pau de Carlos entrar mais em mim. Ai, que gostoso.

         Eu fico morrendo de tesão enquanto relembro e escrevo isso. Eu dizia para eles: "Mexe! Mexe! Vai, me fode! Me fode!"  Alfredo não aguentou mais e gozou dentro de mim, eu percebi quando ele enfiou quase o pau inteiro no meu rabinho e gemia enquanto gozava. Eu disse para não tirar o pau e continuar mexendo, pois eu estava quase lá. Carlos me disse baixinho que também estava quase gozando e eu disse para ele: "goza, goza lá dentro". Não me preocupei em ficar grávida, pois desde o começo do casamento tomo anticoncepcional. Carlos não resistiu ao meu pedido e gozou. Eu pedi para continuarem mexendo, que eu iria gozar também. Os paus deles já estavam ficando meio moles, foi quando eu senti aquela sensação gostosa chegando, aquele prazer intenso, e gozei alucinadamente: "Ahhh, Ahhh, que tesão! Ahhh, Ahhh!" Eu gemia alto, quase berrando, de tão bom que foi.

       Deitamos um ao lado do outro na cama e descansamos um pouco. O Alfredo se levantou e foi ao banheiro, enquanto isso Carlos foi passando a mão nos meus seios. O pau dele já começava a ficar duro e eu fiquei com vontade de chupá-lo novamente. Ele ficou deitado na cama e eu fiquei de quatro lambendo a cabeça do pau dele, que em questão de segundos ficou totalmente ereto. Eu enfiei aquele cacete na boca e fiquei chupando, até que Alfredo voltou e disse para o Carlos: "quer sentir uma coisa gostosa? Come ela por trás." O Carlos mais do que depressa se levantou e ficou de joelhos atrás de mim. Eu arrebitei bem a bunda, para deixar a vulva bem acessível ao pau dele, e ele foi enfiando devagarinho, até entrar tudo na minha buceta. O meu marido ficou de pé, do lado da cama, e pediu para eu chupar o cacete dele.

 

 

       Ele viu o Carlos me fodendo bem gostoso e disse: "eu preciso ver isso de camarote". Saiu da minha frente, pegou uma cadeira, sentou e ficou de longe nos observando e batendo uma punheta.

      Carlos mexia freneticamente para frente e para trás, me fodendo pra valer. Alfredo falou para ele meter no meu rabinho, para sentir a delicia que é o meu rabinho. Ele mexeu mais um pouco e tirou o pau para fora, colocou na entrada do meu cuzinho e empurrou. Desta vez foi fácil, pois o Alfredo já tinha aberto o caminho. Ele enfiou só um pouquinho, e eu pedi para que fosse enfiando mais. Ele enfiou mais um pouco e parou. Eu pedi novamente para ele enfiar mais. E ele foi introduzindo até enfiar tudo. Eu queria sentir aqueles testículos, que mais pareciam duas batatas petrificadas, tocarem as minhas nádegas. Carlos ficou mexendo pra frente e pra trás bem devagar, pois estava bem apertadinho, e o saco dele dava leves toques na minha bunda.

 

       Eu olhei para Alfredo e vi que ele estava quase arrancando o pau fora, de tão rápido que se masturbava. Ele levantou e veio perto de mim. Disse que estava quase gozando e queria me dar todo o leite. Ele se masturbou mais um pouco e pediu para eu abocanhar o pau dele. Enquanto observava o Carlos comendo a minha bundinha, ele gozou fartamente. O esperma encheu minha boca e escorria pelos meus lábios, misturado com minha saliva. Uma parte pingou na cama, e a outra parte eu engoli. O Carlos viu aquilo e não agüentou. Ele deu um gemido alto e gozou dentro do meu cuzinho. Mais uma vez deitamos os três na cama, para descansar um pouco.

           Acabamos adormecendo bem juntinhos, eu no meio deles, dormimos até amanhecer e quando nos levantamos sugeri um banho. Fomos os três para o banheiro. Entramos no box e comecei a tomar uma chuveirada. O Alfredo pegou o sabonete foi passando em mim e pediu para seu irmão ajudar a me ensaboar. Fechei os olhos e senti as mãos quentes dos meus dois machos alisando o meu corpo. Eles me ensaboaram todinha, passando as mãos nas minhas costas, nos meus seios, nos braços, pernas, na minha bunda, e até na minha bucetinha.

           Depois foi minha vez de dar banho nos dois, aproveitei para acariciar aqueles dois diamantes que me deram tanto prazer. Na hora de se enxugar também foi assim. Os dois me enxugaram, e depois eu ajudei cada um a se enxugar.

 

           Fomos para o quarto nos vestir, mas eu me atirei nua na cama, fiquei deitada com as pernas abertas olhando para eles e disse: "Nossa! como isso foi gostoso. Precisamos repetir mais vezes." Alfredo ficou me olhando e disse: "eu não posso ver essa bucetinha assim, dando sopa, que já me dá vontade de chupar. Não é uma beleza, Carlos?" Carlos concordou dizendo: "ô, se é." Alfredo perguntou a ele se não queria fazer um 69 comigo, ele disse que nunca tinha feito nesta posição e que queria sim, deitou na cama e eu fui por cima dele, que logo foi lambendo a minha xana. Ele afastou os grandes lábios com os dedos e ficou passando a língua no meu grelinho. Enquanto isso eu chupava o pau dele com muita vontade, que àquela altura, já estava completamente duro.

           Alfredo ficou em pé, punhetando o pau bem devagar enquanto nos observava. Foi aí que eu descobri que ele tem um prazer especial em ficar olhando a mulher dele transando com outro homem. Ele me confirmou isso depois. Ele também ficou com vontade de participar e sentou-se na cama, ao meu lado. Foi beijando as minhas costas e passando a mão na minha bunda, enquanto isso o Carlos se deliciava com o mel da minha bucetinha. Alfredo foi beijando e passando a língua nas minhas costas até chegar no meu traseiro. Ele dava umas mordinhas nas minhas nádegas que me arrepiavam toda e foi chegando cada vez mais perto do meu cuzinho. De repente eu senti a língua quente e úmida dele tocar o meu loló. Ele lambia de leve, para me excitar, mas depois foi lambendo vigorosamente, esfregando com força a língua no meu cú. Nossa! Há pouco era o pau deles que dava prazer, agora era a língua deles, eu pensei. Depois de um certo tempo tanto o Alfredo quanto o Carlos pareciam estar um pouco cansados. Não era para menos, pois eles ficaram quase meia hora com a língua para fora me lambendo e chupando. Eu disse para eles que queria chupar o pau dos dois e que eles me lambuzassem toda de esperma. Fiquei sentada na cama e eles de pé na minha frente, e enquanto eu abocanhava e chupava o pau de um, o outro fica batendo uma punheta. E eu ficava alternando, ora chupando um, ora o outro. Eu disse para eles gozarem nos meus seios quando fosse a hora. Carlos parecia que logo iria gozar, e se controlou um pouco para esperar Alfredo. Eu chupei o pau do meu maridinho bem rápido e ele disse estava pronto. Eu fiquei olhando eles se masturbarem cada vez rápido, e de repente, o Carlos aproximou o pinto de mim e jorrou todo o esperma dele nas minhas tetas. Alfredo fez o mesmo em seguida.

           Eu espalhei o leite todo nos seios, com as mãos. Não fiquei completamente lambuzada como eu queria porque essa já era a terceira vez que eles gozavam, e a quantidade de esperma não foi muito abundante, mas valeu. Carlos disse que iria para o quarto dele, pois estava exausto. Alfredo disse para ele descansa, outra hora iriamos combinar nossa próxima transa. E fomos dormir também.

        No dia seguinte acordamos bem tarde, Carlos me disse que estava louquinho para me foder novamente. Ficamos conversando um pouco na sala, junto com Alfredo. Nesse momento já estávamos bem mais à vontade um com o outro, e aquela timidez do dia anterior, antes da transa, desapareceu totalmente. Carlos estava sentado no braço do sofá, ao meu lado e eu perguntei pegando no pinto dele por sobre a roupa: "como é que ele está hoje?" Carlos disse: "ele está prontinho para outra." Tirou o pau para fora da bermuda e me ofereceu, para eu chupá-lo. Alfredo, que estava sentado na frente do computador, falou: "Oba! Vão esquentado os motores aí enquanto eu termino de responder estes E-mail aqui e já vou também." Eu levantei a mini-saia que eu estava usando e abaixei a calcinha. Fiquei batendo uma siririca enquanto me deliciava com o pau do Carlos. Quando vi que estava molhadinha, fiquei de joelhos no sofá, com o corpo inclinado para frente, apoiando os cotovelos no encosto. O Carlos se colocou atrás de mim e foi penetrando a minha bucetinha. Quando o pau dele estava quase todo dentro de mim escutamos uma buzina de carro. Ficamos parados, um olhando para a cara do outro, na dúvida se era realmente aqui em casa e imaginando quem poderia ser. Ouvimos vozes de crianças e eu disse: "É a Beth!". Minha irmã havia chegado com o marido e os filhos aqui em casa. Carlos tirou o pau da minha bucetinha rapidamente e subiu a bermuda. Eu vesti a calcinha e abaixei a saia bem rápido e fui receber a visita, enquanto o os dois ficaram no computador disfarçando um pouco. Naquele dia não pudemos fazer mais nada, mas ficamos certos de que no próximo final de semana poderíamos repetir a dose. E assim foi. Hoje até perdi as contas de quantas vezes transei com meu cunhadinho, mas já fui sozinha com ele ao motel durante a viagem do meu marido a trabalho. Claro que ele concordou.

 

 

004 -Fantasia Realizada

 

            Chamo-me Edu e minha esposa Valéria. Tenho 42 anos e Valéria 36 anos, 1.62m, 52 Kg, seios pequenos, bundinha arrebitada, malhada, bronzeada e muito gostosa.

           Somos donos de uma franquia no interior de São Paulo e temos um filho de nossa feliz união de 14 anos.   

           Valéria é de uma família tradicional da cidade em que vivíamos e casou-se virgem. Sempre tive ciúmes de suas belas formas, embora ela não percebesse.

           Somos adeptos de leitura de contos eróticos e ultimamente comecei a ler relatos onde os maridos levam suas esposas para saírem com outros homens e surpreendentemente comecei a ficar muito excitado com tais relatos, imaginando minha esposa sendo comida por outro homem na minha frente.

           Passei a sonhar com essa ideia e a vontade de realizar essa aventura foi crescendo cada vez mais dentro de mim.

           Certa noite em nossa cama, enquanto assistíamos a um vídeo pornô, onde uma bela mulher transava com dois homens ao mesmo tempo em todas as posições imagináveis pude perceber que ela estava muito excitada com as imagens que eram passadas na tela, aproveitei a oportunidade e disse a ela que tinha muita vontade de que aquelas imagens se tornassem realidade para nós, que eu queria que aquela bucetinha que só tinha sido minha experimentasse outros cacetes.

           Valéria ficou furiosa comigo e disse que eu não a amava mais. Argumentei, dizendo que aquilo era só sexo e nada mais, não adiantou de nada, acabamos indo dormir emburrados naquela noite.

           Passaram algumas semanas do ocorrido e durante uma transa nossa, para meu espanto ela me perguntou se eu ainda tinha aquelas fantasias, mais do que depressa eu respondi que sim.

          Surpreendentemente ela disse que havia pensado muito a respeito do assunto, e havia chegado a conclusão que talvez fosse interessante experimentarmos, desde que eu arrumasse o parceiro e tudo teria que acontecer em outra cidade.

           Após muito pensar e conversar, chegamos à conclusão que deveríamos procurar alguém conhecido, casado, pois assim teríamos a certeza do sigilo.

            Concluímos que Alex, um colega de minha esposa dos tempos de faculdade, poderia ser a pessoa ideal para realizar nossas fantasias, casado, discreto e mostrava ter muita simpatia com ela.

           No dia seguinte liguei para o mesmo e convidei-o para tomarmos um chopp, apenas eu e ele, pois precisava muito conversar com ele. Lá chegando, após algumas rodadas, criei coragem e expliquei-lhe o motivo daquele encontro. Ele ficou surpreso e bastante entusiasmado confessando que sempre sentiu muito tesão pela minha esposa desde os tempos de faculdade.

           Marcamos um encontro para semana seguinte no dia em que sua esposa estaria viajando. O encontro seria num barzinho discreto numa cidade bem próxima a nossa.

           No dia combinado, Valéria estava bastante excitada e se preparou muito para nossa noite de prazer. Confesso que depois que a vi toda arrumada e muito gostosa, pensei em voltar atrás, mas o tesão falou mais alto.

           Encontramos Alex no horário e local combinado e durante algum tempo bebemos e conversamos animadamente sobre vários assuntos, mas o tesão que sentíamos já estava se tornando bastante evidente então decidimos seguir para o melhor motel da região.

           Lá chegando, escolhemos uma boa suíte e quando entramos no quarto fui direto tomar um banho, deixando Alex e Valéria sozinhos. Quando volto apenas com uma toalha enrolada na minha cintura, vejo uma cena que me deixou paralisado de tanto tesão. Minha esposa estava totalmente nua sugando sofregamente o cacete de Alex que suspirava de prazer. Meu cacete tem boas dimensões (18 cm x 6 cm) mas o de Alex era bem maior, acredito que deve ter entre 22 cm a 24 cm.

           De repente vejo que Alex começou a se contorcer e gemer mais alto, então notei que ele está gozando na boca de minha esposa que engoliu tudo.

  


 

           Ela olhando para mim, ainda com a boca melada de porra  pergunta se eu estava gostando de ver a puta com a qual eu havia me casado, com outro macho.Respondi que sim e disse que eu a amava muito. Imediatamente ela veio em minha direção e me beijou. Em seguida comecei a fudê-la, pois meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão.

           Enquanto eu fodia Valéria, Alex foi tomar um banho e quando voltou ouviu Valéria dizer que queria sentir os dois cacetes pulsando dentro dela ao mesmo tempo.

           Deitei-me na cama e ela vem por cima de mim, fazendo com que meu cacete deslize para dentro daquela buceta quentinha e aveludada, com as mãos eu abri as duas metades de sua bunda expondo aquele cuzinho apertadinho que estava piscando de tesão.

           Alex começa a penetração lentamente, ela dá um suspiro e deixa transparecer que doía, pois o cacete de Alex é bem mais grosso que o meu. Quando finalmente consegue engolir todinho aquele cacete dentro dela, vejo seu rostinho lindo de olhos fechados saboreando este momento de prazer.

  

 

           Começamos a nos mexer dentro dela cadenciadamente e depois mais acelerados até que os três chegamos a um gozo incrível.

           Demos um tempo, depois continuamos fudendo durante a noite toda, onde Alex também comeu aquela bucetinha maravilhosa de quatro enquanto Valéria sugava meu cacete.

  

 

           Depois foi minha vez de se deliciar em seu cuzinho enquanto ela mamava no cacete de Alex.

   

 

   

        Para terminar a noite em grande estilo Valeria sugeriu que eu e Alex derramássemos muito leitinho em sua boquinha.

 

  

 

           Nossa vida sexual melhorou bastante depois deste encontro, continuamos a trepar com Alex sempre que possível e ele já está pensando em trazer sua esposa Larissa para o nosso convívio sexual.

          Aqueles que tiverem as mesmas fantasias, não deixem de realizem-nas, pois o tesão que vocês sentirão é indescritível. 

 

003 - Lara e o casal Bebel e Fábio 

(conto enviado pelo casal Blacfoz)

              Para quem não nos conhece eu, Lara que nunca havia transado com ninguém a não ser com Naldo meu marido, tive namoros, seios acariciados, apertados, chupados, mordidos. Buceta acariciada, gozada, também peguei mais de um pau, chupei apenas um, gozaram várias vezes em minhas mãos.

               Bem vamos ao que quero contar. Naldo dizia que por ter transado com outras mulheres antes de se casar, descobriu que com cada uma teve uma sensação diferente. Por isso insistia que eu deveria fazer sexo com outros homens, mesmo estando na casa dos sessenta anos. Dizia que eu tinha que experimentar essa sensação pelo menos uma vez e que nada temia, pois já provamos nosso amor nestas décadas de casados.

               Nos dois primeiros contos: “Eu pedi” e “Revelação”, nós relatamos como eu descobri um novo prazer, como diz o Naldo ele não é meu dono e eu são sou sua dona, somos um grande caso de amor, e sempre disse que sexo consentido não é traição. Então conto tudo a ele, em todos os detalhes, como neste relato.

               Depois das minhas duas transas, pedi ao meu marido que está ao meu lado, para ele também ter sexo com outra mulher e me contar os detalhes, ele diz que teve várias antes de mim e que preciso primeiro igualar seus números de casos. Só quer que eu partilhe tudo com ele, isso nos dá muito tesão.

               Tenho, desde adolescente, uma amiga íntima, a Bebel, em quem tenho completa confiança. Um dia em sua casa tomando um café decidi contar a ela o que eu havia feito. Curiosa ela pediu detalhes então relatei tudo que aconteceu comigo e o ex-namorado, que ela inclusive conheceu e quando terminei de contar senti que estava com a calcinha toda molhada.

              Estávamos sentadas lado a lado no sofá e eu contava o segundo caso, em que o corretor de imóveis me agarrou. Senti que a excitação aumentava. Quando menos espero Bebel me abraçou e sem dar tempo de nada colou seus lábios nos meus. Fiquei paralisada com aquilo. Estática, não repudiei apenas aceitei sem saber o que fazer. Nunca beijei uma mulher. Sua língua forçava meus lábios a se abrirem, sentia sua respiração quente em meu rosto. Seu beijo era tão ávido que abri minha boca aceitando a invasão ao mesmo tempo em que perguntava : “O que está acontecendo Bebel?” Ela agora acariciava minha orelha com sua língua e tive a resposta que não esperava “Você é culpada, sua estória me deixou com muito tesão, quero transar com você.”    

               Nessas alturas suas mãos apertavam  meus seios e eu começava a gostar daquilo, suas carícias eram mais sensuais do que de homens, ela sabia exatamente onde me tocar. Aquilo era totalmente novo para mim. Eu a abracei correspondendo a suas carícias, já a beijava com sofreguidão, apertava seus seios, mordia seu pescoço, minha língua passeava por suas orelhas. A mão dela apertava entre minhas coxas e não demorou para ficarmos nuas. Que delicia...

              Nossa que sensação gostosa, diferente de tudo que já experimentei. Caímos no chão, ela por cima de mim, sentia seus beijos em meu pescoço em meu corpo, estava prestes a gozar com uma experiência que eu jamais imaginei ou fantasiei. Como era gostoso senti-la me dominando. Quando sua língua chegou na minha bocetinha gozei na primeira chupada. E que gozo, meu corpo se arqueou inteiro, que avalanche. Pedi para ela sentar no sofá pois queria dar o mesmo prazer a ela. De joelhos no chão comecei com beijos, desci beijando até seus mamilos duros, mordia levemente, chupava, só escutava seu arfar e gemidos, eu estava adorando fazer aquilo, abri suas pernas e fiquei encantada em ver pela primeira vez e de tão perto uma buceta molhada. Cai de boca sem saber como fazer aquilo. Então fui beijando, chupando, como eu gostava de ser chupada, sentindo um sabor nunca experimentado. Admirada senti seu grelo duro, grande como o pau de um menino, tomei-o na boca, que sabor gostoso. Ela agarrou minha cabeça apertando contra seu ventre, gozando gostoso.

               Me  deleitava  com  isso quando senti  alguma coisa roçando minha bunda. Gelei. Parei e para minha surpresa era o Fábio marido da Bebel. Ajoelhada tentei me cobrir com as mãos, estava com vergonha. Então vi que ele estava nu. Apontando para seu pau ele disse “vocês não vão me deixar assim.” Então pude ver o que ele mostrava, nunca tinha visto um pau tão grosso, é do tamanho do pau do Naldo e outros que masturbei, porém bem mais grosso.

               Sem me dar chance Bebel me puxou contra ela falando em meu ouvido “Vamos, depois dos seus dois casos, mais um, só vai te dar prazer, e tem mais, a hora que você sentir o pau do Fábio dentro de você vai subir pelas paredes.”   

               Eu estava paralisada olhando para aquele pau tão lindo. Bebel não parava de me apertar contra ela, a me bolinar. Os bicos de meus seios, esmagados contra os dela, me traiam, estavam tão duros que doíam. Quando me dei conta Fábio me tascou um beijo, sua língua invadiu minha boca, sua mão invadiu minha buceta encharcada. “Que tesão de buceta Bebel”. Me entreguei. Não sei até agora quem me beijava e chupava mais se Bebel ou Fábio. Eu era o recheio de um sanduiche nas mãos deles, sentia o Fábio por trás de mim e a Bebel me apertando em um forte abraço. Fábio com seu pau entre minhas nádegas. Sem parar com os carinhos Fábio levou minha mão até seu pau. “Pega nele e sinta como vibra” Foi minha perdição, não tive dúvidas, agarrei e pensei “agora é só meu, é todo meu”.

               Abaixei-me e vendo aquele pinto tão lindo e tão real, abri a boca, a língua fugiu de mim em direção a ele. Passeou pela cabeça, desceu pelo corpo, pelo saco, coloquei suas bolas em minha boca, suguei. Como é gostoso, descobri que um pau é muito diferente de outro. É como uma impressão digital. Única. Abocanhei a cabeça e o engoli inteiro. Eu sentia os dedos de Bebel invadindo meu corpo. “Não para Bebel... Mexe mais... Estou gozando... Ah... Que delícia”. Enquanto gozava Fábio gozou em minha boca. Meu gozo me dominava com tal fúria que acabei engolindo mais da metade daquele esperma.

               Foi então que Fábio me deitou no tapete, abriu minhas pernas e molhada como estava eu senti aquele pau me invadindo, me abrindo, atingindo meu útero. Gozei novamente. Se pensei que era tudo que eu iria receber me enganei redondamente. Bebel, com minha cara entre suas pernas, esfregava sua buceta até parar em minha boca. Pingava de gozo. Fábio começou a entrar e sair de mim, minhas pernas o enlaçando, ele parava com a cabeça do pau na entrada e quando sentia minha buceta piscar enterrava-o todinho em mim, eu gemia alto “Mete tudo... Forte... Me fode gostoso... Que pau delicioso, está me arrombando, queimando...” Bebel continuava com a buceta na minha boca. Não me aguentando mais, gemendo como louca, mordia aquela buceta, meu dedo penetrava seu cuzinho. Parecíamos animais no cio. “Mete... Vou gozar... Vou... Ah... Estou gozando, ai que delícia.

               Podia sentir o pau do Fábio latejando dentro de mim. Goza dentro de mim... Me enche de porra... Pedia alucinada. Nunca senti nada igual. Fábio gemia muito e dizia: “Sempre quis te comer, bucetinha apertada, parece virgem, toma todo meu gozo”. Uau! E que gozo.” Senti seu esperma me enchendo. Bebel gozava e seu suco enchia minha boca. Nossa que foda maravilhosa.

               No  box durante o  banho  meu corpo colado  ao da Bebel, pernas no meio das pernas, peitos se amassando de encontro uns aos outros, nossas línguas brigavam tentando dominar a outra. Incrível, Fábio já estava com o pau duro, minha buceta estava tão molhada de gozo que logo engoliu aquela tora até o fim, mesmo de pé ele tirava até a cabeça, parava, enfiava tudo de uma vez, repetia esse movimentos algumas vezes e eu implorava: “Por favor Fábio, mete forte e goza... Você está me matando de tesão”. Ele acelerou os movimentos, me puxava contra seu corpo, acabamos gozando os três novamente.

               Ardida, me sentindo deflorada novamente devido a grossura do pau do Fábio voltei para casa estupefata, eu estava nas nuvens. Não preciso falar que quando contei ao meu marido fomos a loucura, e mesmo ardida, tivemos uma transa sem igual. Meu marido lembrou bem que na primeira vez com meu ex e depois com o corretor assim como com Fábio e Bebel, simplesmente aconteceu ao acaso, nada foi planejado aconteceu, foram momentos inesperados, talvez por isso tenha sido tão lindo e maravilhoso. Contei que Fábio e Bebel nos convidaram para jantarmos (ou jantar-nos) no próximo Sábado. Quero que meu marido tenha tudo que estou tendo graças a sua mente aberta me incentivando a transar com outros.

               Aprendi também que sexo com outro homem não é culpa quando desejado e compartilhado entre marido e esposa, sem segredos, torna o amor muito mais forte. Tudo tem sido muito bonito e gostoso porque nos amamos demais. Se o jantar com o Fábio e a Bebel for uma marca de nossa cumplicidade conto para vocês.

 

 

 

002 - Minha esposa com outro homem... A primeira vez

         

          Minha esposa tem 1,70 m, 60 Kg, cabelos castanhos, um pouco abaixo do ombro, seios fartos e deliciosos, bucetinha raspadinha bem lisinha. Parece modelo. Tem 44 anos, mas aparenta uns 30. Somos casados há 15 anos e eu sempre tive o desejo de vê-la trepando com outro homem. Ela sempre negou dizendo que me ama, que está satisfeita comigo, etc...

          Em nossas transas eu sempre falava da minha vontade e ela até que compartilhava, eu dizia:

 - Quero ver você trepar com outro, levar uma vara maior que a minha e me chamar de corninho enquanto ele mete tudinho em você.

 Ela dizia:

 - Huummmm! Que delícia!

 - Mas, e se eu gostar e quiser continuar a dar para outros homens? Você vai me deixar dar sempre corninho?

 E eu dizia:

 - Sim... Claro que sim... Quero ver você gozando gostoso e depois vou limpar você todinha com minha língua.

           Isso sempre esquentou nossa relação e ficamos alguns meses assim nessa brincadeira excitante. Até que um dia eu propus a ela que saíssemos um pouco, pois ficávamos muito em casa e precisávamos passear e respirar novos ares.

          Certa noite, resolvemos ir a um bar dançante. Ela foi vestida com uma blusinha semitransparente e uma minissaia que a deixava mais gostosa ainda.

          Chegando lá ela foi muito paquerada, o que me dava muito tesão, imaginando coisas que sempre passam pela minha cabeça. Tomamos alguns drinks e logo estávamos mais soltos, foi quando eu disse a ela que precisava ir ao toalete.

           Quando voltei minha esposa não estava sozinha, havia um rapaz conversando com ela, devia ter uns 38 anos, boa pinta e minha esposa disse que era casada, mas como ele estava sozinho, poderia ficar na nossa mesa que eu não me importaria. Fomos apresentados e ele me elogiou por ter uma esposa tão bela. Conversamos sobre diversas coisas até que o assunto acabou em sexo. Como estávamos sob o efeito da bebida que havíamos ingerido, me abri e falei a ele que tinha vontade de vê-la com outro homem. Ela ficou meia sem jeito e disse pra eu ficar quieto, mas o rapaz, entusiasmado, começou a insistir no assunto.

           Foi ai que falei à ele que sempre tive essa tara, de ver minha esposa gozando num cacete maior que o meu e me chamando de corninho.

           Ela ficou quieta, sem dizer uma palavra, e o rapaz pra quebrar o gelo perguntou a ela:

 - Mas quanto seria um pau maior pra você?

 Ai eu disse:

 - O meu tem 16,5cm e não é muito grosso...

 Então ele disse:

 - Se sua esposa for conivente com sua vontade eu poderia ajudar, pois o meu mede 20 cm e é bem grosso.

 De repente minha esposa fala:

 - Só que eu já disse pra ele que se um dia acontecer, e eu gostar, ele vai ter que aguentar eu dando direto pra outros caras, pois eu adoro gozar.

           Nesse momento o rapaz convidou-a para dançar e como não me opus os dois foram para a pista.

           Eu podia vê-los coladinhos, ele tentando passar a mão na bunda dela por baixo da minissaia e ela emboçando certa resistência segurando sua mão. Na segunda música ela começou a se soltar mais, devia estar com muito tesão e eu de onde estava via a mão do cara sumir por debaixo da minissaia de minha esposa.

           Acabando a música os dois voltaram à mesa como se nada tivesse acontecido. Foi aí que eu chamei minha esposa de lado e perguntei se ela queria ir pra um motel. Ela disse que sim, mas só se fosse pra realizar minha vontade, ela disse que aquela noite tudo poderia acontecer e ela seria de outro como eu tanto queria.

           Conversei com o rapaz e saímos dali em direção ao motel mais próximo. Ela sentou-se no banco de trás com o rapaz, e ficou durante todo trajeto passando a mão sobre seu membro.

 Chegando ao motel, ela foi falando pra mim:

 - Agora seu corninho, senta na cadeira que seu desejo vai começar a ser realizado.

           Os dois foram se despindo rapidamente entre beijos e amassos. Logo estavam nus se abraçando. Quando vi o tamanho da ferramenta do rapaz, pensei que minha esposa fosse dar pra trás, mas ela pegou o pau do cara e falou:

 - Olha corninho, esse pau mole já é maior que o seu duro.

           Ela pediu para o rapaz tomar um banho que ela iria passar a língua em todo seu corpo, centímetro por centímetro. Então ele perguntou se não gostaria de dar banho ela mesma na ferramenta para que ela se certificasse que estaria limpinha. Ela não se fez de rogada e assim o fez.

           Após saírem do banho, ela sentou-se na cama e abocanhou a vara do rapaz que já estava dura, era imensa e ela mal conseguia enfiar na boca. Depois foi a vez de ele chupar a xaninha raspadinha que escorria de tão molhadinha... Ela gozou e disse que era hora de sentir um pau de verdade. O rapaz começou a colocar bem devagar e ela disse:

 - Olha corninho, agora não tem mais jeito, ele está metendo o pau na xaninha da tua mulher, ele tá me abrindo como você nunca abriu e está chegando a pontos que seu pau nunca alcançou.

 Ela estava sendo arrombada na minha frente e eu adorava isso. Ela gozou um monte de vezes e o cara não gozava. Ela caiu na cama e pediu que o rapaz fizesse massagem nela, pois estava esgotada. Ela deitada de bruços, começou a ser massageada pelo rapaz que lhe massageava a nuca, os ombros, as costas, a bunda... Ele começou a massagear mais a bunda e isso foi acendendo o fogo de minha mulher de novo e ele disse que queria gozar também, e que teria de ser no cuzinho dela, pra que eu me realizasse como um corninho pleno. Ela disse que não iria aguentar aquela tora no seu cuzinho, mas eu disse que tinha um creme lubrificante e que iria facilitar. Ela concordou e disse:

 - Já que estamos aqui, vamos logo com isso. Mas você é quem vai passar o lubrificante em nós dois meu corninho amado, vem...

           Meio sem jeito e não podendo recusar o seu pedido, fui até eles e primeiro passei a língua bem gostoso em sua xaninha e no seu cuzinho maravilhoso, passei o lubrificante nela e em seguida nele, quando, para minha surpresa maior, ela virou prá mim e disse:

 - Quero que você coloque esse pau gostoso que vai comer a sua putinha bem na portinha do meu cuzinho.

 Eu, já louco de tanto tesão, peguei aquele membro enorme e gostoso, e direcionei ao seu lindo rabinho.

 E então ele começou a penetrá-la, e ela dizia:

 - Olha corninho, até meu cuzinho já não é mais só seu! Ele está me arrombando e sempre que eu der o cuzinho vou me lembrar dele, e a partir de agora é pra ele que eu vou sempre dar. Tá gostando de ver sua mulherzinha assim, corninho?

 Eu dizia:

 - Estou adorando, você gozando nesse pau maravilhoso. Dá bastante pra ele e para esse pau gostoso minha cadelinha, quero ver você delirando de tesão, bem putinha....

           O cara socava forte e ela pediu pra que eu fosse chupar sua bucetinha por baixo enquanto ela levava vara no cú. Eu prontamente me coloquei em posição e sentia a vibração do sexo que ela fazia em minha boca. Às vezes seu pau deslizava em minha boca e também era chupado com muita vontade, ela estava adorando esse momento, e pra dizer a verdade, eu também. Ela gozou como uma putinha e o cara gozou no seu cuzinho. Senti aquele leite quente em minha boca e com toda volúpia sorvi tudinho, uma delícia ver e saborear tudo aquilo.

 Foi então que ela me pediu:

 - Limpa toda essa porra com sua boca meu corninho, chupa tudo, eu e esse pau gostoso que me deixou louca de tanto tesão, vai meu corninho querido, chupa nós dois bem gostoso, anda logo...

 Sem receio, fui lambendo ela todinha e aquele pau maravilhoso também, foi uma experiência muito deliciosa, era a primeira vez que fazíamos um sexo total, sem pudores e maravilhosamente excitante, nosso tesão saia por todos os poros.

 Depois disso todas as vezes que transamos ela fala:

 - Quero repetir a dose meu corninho, um pau grande e grosso é que é gostoso e eu não sabia, e da próxima vez quero você me chupando bem gostoso quando uma vara bem grossa e dura estiver comendo a minha xaninha, você vai chupar até eu gozar gostoso com meu macho, e novamente você vai nos limpar com sua boca deliciosa.

           Essa foi nossa primeira experiência e foi deliciosa, queremos repetir em outras ocasiões, e quando isso acontecer... Irei relatar a vocês.

 

(Conto enviado em junho/13 por kasados.amados) 

001 - A MASSAGEM


 
               
Vou contar como foi um dos melhores momentos da minha vida, quando consegui ver a minha esposa se entregando a outro homem pela primeira vez.

          Mag sempre foi uma mulher de chamar a atenção de qualquer homem, além de bonita, sempre teve um corpo escultural, seios médios para grandes, coxas grossas, e uma bunda maravilhosamente gostosa. Ela sempre soube disso, e desde que nos conhecemos, eu brigava muito por ela gostar de usar roupas que destacavam estas suas qualidades, chamando mais a atenção dos homens, o que me provocava muitos ciúmes, mas com o passar dos anos, fui me acostumando, e até ficava lisonjeado por ser marido de uma mulher cobiçada e tão gostosa!

          Eu sempre gostei de inventar modas para aquecer o nosso casamento, por isso frequentávamos um cinema drive-in, mais para ficar de sacanagem no carro do que para ver o filme, tanto que logo ao estacionar o carro, ela já ficava pelada, e iniciávamos uma pegação daquelas até o final da seção!

          Nesta época, comecei a fotografá-la nua também, mas apenas para nós. Ela adorava fazer poses, e isso acabou sendo o meu hobby favorito.

          Algum tempo depois, fui trabalhar no interior, retornando para casa apenas nos finais de semana, e então me ocorreu a ideia de alugar uma caixa postal, e passei a publicar as suas fotos em diversas revistas pornô da época. A princípio ela achou uma loucura, mas acabou adorando a ideia e todas as sextas feiras, ela me aguardava ansiosa para ver as cartas recebidas, nos trancávamos no quarto para ler, e muitas vezes éramos obrigados a dar uma pausa para trepar e acalmar nosso tesão para depois voltarmos à leitura.

          Nós recebíamos todos os tipos de propostas, a maior parte com baixarias, mas nos excitávamos bastante. Ela passou então a fazer poses, mais provocadoras para as fotos que eram do seu gosto para serem publicadas, mas era só. Ela não aceitava mais nada, nem mesmo responder às cartas, o que eu fazia sozinho, com muito prazer.

          Depois de uns dois anos nesta brincadeira, um dia Mag interessou-se por uma carta em especial, onde um rapaz propunha aplicar-lhe uma massagem, sem que houvesse a necessidade dela despir-se completamente, e nem de ter qualquer outro tipo de relacionamento. Vendo o seu interesse, imediatamente liguei para ele, e passei o telefone para ela. Foi mais de uma hora de conversa, e no final, marcamos um encontro para a semana seguinte.
          Foi uma semana tensa! O tempo custava a passar, e eu acabei retornando para casa na quinta feira, pois não aguentava mais de tesão! Nas duas noites que antecederam o encontro, trepamos a noite inteira, até que finalmente chegou o sábado!

          Sábado pela manhã, minha esposa já foi logo falando que não tiraria a roupa na frente de mais ninguém! Porém quando eu sugeri que ela se depilasse totalmente, ela correu ao banheiro, e deixou sua bucetinha lisinha como a de um bebê!

          O encontro estava marcado, para 14 horas estávamos esperando num barzinho de um shopping, quando o Valter chegou.

          Ainda meio tímido, começamos a conversar e tomar um chopinho, e pouco depois eu sugeri que fôssemos logo para um motel, pois ele ainda iria trabalhar à noite.

          Ao entrarmos na suíte do motel, pedi uma cerveja para descontrair, e seguindo às instruções do massagista, minha esposa foi para o banheiro, retornando envolta numa toalha, dirigindo-se para a cama, deitando-se com a barriga para cima. Nosso amigo pediu licença para tirar a camisa, pois ia acabar sentindo calor com o movimento.

          Sentando na beira da cama, ele começou a massagem pelos pés e pernas, já deixando a timidez de lado e falando muito, visando descontrair Mag, que estava visivelmente nervosa. Ao atingir as coxas ele elogiou-as, e deteve-se por bastante tempo, percorrendo-as de alto a baixo, tocando por diversas vezes com as mãos na xoxota de Mag, que estremecia ligeiramente, sorrindo disfarçadamente para mim. A esta altura, ela já devia estar com o tesão à mil!

          Para começar a massageá-la na barriga, o rapaz entreabriu a toalha, e assim que iniciou, já foi abrindo toda, expondo os belos peitos, com os biquinhos tão intumescidos de tesão, que quase não se via a auréola. Mais uma vez ela sorriu, ficando com o rosto mais vermelho que o normal, e assim que terminou a barriga, ele passou a apertar seus seios (eu nunca soube que massageavam seios), brincando ainda com os mamilos que estavam pontiagudos, chegando a beijá-los, ao que ela consentiu com um grande sorriso.   

          Ela estava feliz como nunca com esta nova brincadeira! Dado como terminado esta fase, ele pediu para que ela se deitasse de bruços, e alegando que a calça que ele vestia estava atrapalhando sua movimentação sobre a cama de casal, perguntou se poderia tirá-la, ficando só de sunga, que revelava o quanto ele também já estava se contendo, pelo volume aparente.

          Reiniciada a massagem, agora com a minha esposa deitada de bruços, destacando a incrível silhueta da sua bunda, Valter passou aos ombros, braços e costas, de uma forma bastante profissional. Ao chegar à linha da cintura, rebaixou um pouco a calcinha pra poder acentuar as curvas e, de repente, sem que ela esperasse, com um só movimento arrancou a calcinha, deixando-a totalmente nua, exibindo a sua deliciosa bunda! Mag ainda ensaiou uma reação, mas aos nossos apelos, permaneceu deitada, e com toda a certeza, era isto que ela desejava! Ele então passou a deslizar suas mãos pelas nádegas, apertando-as, e a todo o momento descia com os dedos pelo rego, evidentemente tocando o cuzinho dela, que suspirava profundamente, e movimentava elevando-se, como se desejasse que os dedos a penetrassem. Esta parte da massagem foi a mais demorada e prazerosa.

          Depois de um bom tempo, ele pediu para que ela se voltasse de frente, ao que ela atendeu, revelando agora a sua bucetinha depilada, uma delicia! Isto provocou mais um elogio do nosso amigo, e mexeu com a vaidade da Mag. Ele então voltou à barriga, descendo as mãos aos poucos, até atingir às virilhas, e dali passou a masturbá-la, provocando um gemido. Como não houve reação, ele abaixou-se, passando a chupá-la, ao que ela desesperadamente movimentou-se, arrancando-lhe a sunga e engolindo o pau num fantástico 69!

          A esta altura, já estávamos os três pelados, os dois no 69 e eu me punhetando apreciando àquele belo quadro! Foi quando me lembrei de pegar a máquina fotográfica para registrar a inauguração desta nova fase das nossas vidas.

          Depois de algum tempo, ela que estava por baixo, empurrou-o para o lado, passando para cima dele, passando a cavalgá-lo freneticamente. Valter passou a apertar-lhe os peitos, que sacudiam à movimentação de cima a baixo, até que ambos gozaram estrondosamente, ficando abraçados ali no meio da cama! Depois de um período de descanso, ela me olhou dizendo apenas, “Foi muito bom”...

          Mag esperou até que o pau dele saísse normalmente de dentro dela, e beijando-o na boca, pediu para que ele lhe desse um banho. Fomos os três para a ducha, e depois de uns apertos onde ela ficou sendo o recheio de um sanduíche sob o chuveiro, deixei-os a sós, e fui pedir um lanche e mais cerveja. Quando fui avisá-los que já estava encomendado, ela estava se divertindo esfregando seu corpo ensaboado no dele. Voltei para a cama e tive que aguardar um bom tempo ainda!

          Voltando ao quarto, fomos lanchar na saleta anexa, e como havia só duas cadeiras, ela não se fez de rogada, e sentou-se no colo do amigo. Uma coisa mais que me agradou, foi que durante todo o tempo que permanecemos no motel, Mag permaneceu totalmente nua, sem a frescura de muitas mulheres com as quais já me relacionei que ao sair da cama já procuram vestir alguma coisa ou de enrolar-se para esconder o corpo. A Mag sentia prazer em exibir-se nua para nós dois.

          Voltando à suíte, os dois resolveram dançar, e eu recostei-me na cama para admirar, vendo o casal agarradinho, com ele correndo com as mãos pelo corpo dela, que rebolava aquele rabo gostoso, com o pau do Valter entre as suas coxas. Depois de algum tempo, ela veio até a cama, colocando-se de quatro na minha frente e pegando meu pau para chupar. Na verdade, a sua ideia era oferecer o trazeiro para o amigo, que entendendo o recado, passou a lamber o cuzinho, enfiando os dedos, e logo depois enrabando-a, como ela adora! Foi a maior felicidade! Um pau na boca e outro no cu!

 


          A certa altura Valter gozou dentro dela, e para não perder a oportunidade, enquanto ele foi ao banheiro se lavar, ocupei o seu lugar naquele buraquinho que até então só eu comia, acabando de enchê-lo de porra.

          Depois disso, deitamos os três para descansarmos um pouco, conversando e trocando carinhos com a Mag, que deitada entre nós dois estava se sentindo a rainha da putaria, com tantas mãos e bocas tocando no seu corpo, sendo bolinada a quatro mãos e com duas bocas a sugarem seus peitos. Esta brincadeira fez o tempo passar sem que notássemos. Quando fomos ver, já era quase meia noite, e o nosso amigo já deveria ter ido trabalhar!

          Arrumamo-nos rapidamente, e o levamos até ao shopping onde estava seu carro. Ao despedirmo-nos, os dois trocaram um grande beijo, e firmaram um dia para um novo encontro para mais massagens!
          Ao chegarmos em casa, minha esposa ainda ligou para o Valter, para agradecer pelos felizes momentos que nos proporcionou. Depois deste encontro, ainda tivemos muitos outros com ele, e também com outros amigos e apesar de alguns até serem mais eficientes ou mais bem dotados, foi do primeiro encontro com Valter que guardamos as melhores lembranças. Se este relato agradar aos leitores deste site, depois eu terei o prazer de contar-lhes muitas outras das nossas aventuras.

(Conto enviado pelo leitor amigo FCosta em abril 2013)