Gosto de sentir você colado em mim...

 

Gosto de todas as sacanagens que você me propõe...

 

Estou morrendo de tesão...

Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
Enquete Região
Qual sua região:
Brasil - Sul
Brasil - Norte
Brasil - Nordeste
Brasil - Central
Estados Unidos
Europa
Asia
America do Sul
Ver Resultados

Rating: 3.5/5 (1552 votos)



ONLINE
7





015 - 008 - Hétero
015 - 008 - Hétero


 

 

 

004 - Surpresa na festa

                Meu nome é Marta e o que vou contar aconteceu comigo no início do ano. Tenho 25 anos, loira, 1,65 de altura, 57 quilos, olhos castanhos esverdeados e adoro sexo.  Tenho dois primos, Paulo 20 anos e Kleber 18 anos.

               Paulo e Kleber costumam fazer festinhas muito animadas, e só convidam pessoas jovens, liberais e descompromissadas, do tipo que não tem medo ou preconceitos. Essas festinhas costumam ser sempre muito divertidas, tem de tudo. Comidas, muitas bebidas, músicas boas e muita sacanagem. É normal durante a festa ver casais transando no jardim, nos quartos, na sala, na piscina, em qualquer lugar. Por isso, os portões depois de certa hora eram todos trancados e ninguém entrava ou saia. Somente era aberto quando acabasse a festa ou o dia amanhecesse. Eu estava presente em todas essas "festinhas" que eles organizavam.

 

               Em uma dessas festas fui acompanhada de duas amigas, que assim como eu eram doidinhas por sexo e eram gêmeas. Chegando lá cada uma foi para seu lado. Fui procurar algo para beber e depois dançar, que é uma das coisas que mais gosto de fazer. A festa estava mesmo muito legal, como sempre, e eu dançando com um e com outro e nesse meio tempo sempre rolava uns beijinhos para aquecer a noite. Mas o que eu não sabia é que os meus primos tinham me preparado uma surpresa.E que surpresa!

               Havia um amigo deles, chamado Marcelo, 22 anos, moreno, olhos verdes, muito gato e muito gostoso. Do tipo que todas as meninas ficam louca de desejo e querem passar a noite toda com ele. Eu já o conhecia, mas até então só tínhamos conversado, nunca havia rolado nada.No meio da noite, depois de dançar e beber bastante, meus primos me chamaram dizendo que havia uma pessoa que gostaria muito de conversar comigo. Levaram-me até um dos quartos da casa e pediram para que eu entrasse e aguardasse que logo a pessoa iria chegar. Mas na verdade Marcelo, já estava lá, me esperando, escondido no banheiro e assim que eu entrei meus primos trancaram a porta pelo lado de fora. Claro, tudo estava combinado entre eles.

               De repente surge o Marcelo, totalmente nu, me abraça começa a me beijar, esfregando seu pênis em mim. Foi tirando minha roupa e depois de ter tirado a última peça, uma minúscula calcinha, deitou-me na cama e começou a me lamber todinha. Quando tocou sua língua em minha bucetinha, me chupou de um modo que não pude resistir.

               Comecei a beijar seu corpo até chegar em seu pau que era enorme e estava duro como rocha. Ele enlouquecia cada vez que eu passava minha lingüinha na cabeça do seu caralho, que era delicioso. Depois de algum tempo nessa chupação ele começou a esfregar a cabeça do seu pau na entrada da minha bucetinha, mas sem penetrar e isso me excitava tanto que eu acabei colocando o cacete dele dentro da minha buceta com minhas próprias mãos. Como gozei gostoso quando senti aquele cacete gostoso todinho dentro de mim. Quanto mais ele metia mais eu gritava: Me fode Marcelo, Enche essa bucetinha de porra. Ele metia mesmo, nossa, meu corpo estava pegando fogo, estava tremendo toda e minha buceta nunca havia ficado tão molhadinha de tanto tesão como naquele momento.

 

 

                 Joguei ele na cama, agora era a minha vez de vê-lo gemer de tesão. Sentei naquele cacete gostoso bem devagarinho, até que minha bucetinha o engolisse todinho.

                 Comecei a galopar, bem devagar e rebolando no caralho dele, sentia escorrer pelas pernas aquele liquido que saia da minha buceta e escorria pelo seu pau, deixando tudo ainda mais molhado e gostoso. Ele gemia, sussurrava meu nome e dizia que estava adorando.  Até que ele não aguentou mais e gozou. Minha bucetinha ficou toda lambuzada com sua porra.

 

 

 

               Foi demais, mas ainda não tinha acabado. Ele se levantou e me colocou de pé contra a parede e parecia estar ainda com mais vontade. Quando olhei para trás vi que meus dois primos juntamente com minhas amigas, haviam aberto a porta e estavam nos olhando, mas tudo bem afinal, para participar daquelas festas era essencial não sentir vergonha de nada e de ninguém e nem sentir qualquer tipo de pudor. E para falar a verdade era ainda mais emocionante transar sabendo que tínhamos uma platéia nos assistindo. Isso me excita ainda mais. E como eu ia dizendo, ele me colocou em pé contra a parede e começou novamente a meter seu pau todinho em minha xaninha e com as mãos apertava e massageava meus seios e metia, metia com tanta vontade que nem parecia que tinha acabado de gozar. Estava muito bom, mas eu queria mais que aquilo, tirei então seu pau de dentro de minha buceta (ele estava super quente) e dei uma gostosa chupada, depois empinei minha bundinha e coloquei a cabeça de seu cacete na entrada de meu cuzinho, ele deu um sorriso de sem vergonha e começou a colocar bem devagar, até entrar tudo. Nossa, como doeu, chegou a sangrar, mas devido ao tesão que ele me passava eu fui relaxando.

          A partir de então se tornou a coisa mais gostosa que eu já havia feito. Foi demais. E além de tudo aquilo que ele me fazia sentir, ainda tinha aquela platéia nos vendo se masturbando transando enquanto nos viam meter. Ele metia tão gostoso que eu até me esqueci de que era a primeira vez que fazia aquilo. E ele gozou tão gostoso e me fez gozar bastante também e ainda tinha o pessoal lá fora que com certeza também gozaram ao nos ver gozar. Foi o máximo.

 

 

 

          Saímos do quarto ainda sem roupas e fomos tomar um banho de piscina, coloquei apenas minha calcinha e ele a cueca e saímos. Era normal que as pessoas andassem nesses trajes a certa hora da noite e todos se sentiam a vontade. Tomamos um banho de piscina e fomos comer e beber algo e por onde passávamos, víamos casais transando em algum lugar.

 

          Nós ainda estávamos com pique total e transamos a noite toda. Foi à festa em que mais me diverti. Muito legal. Dá uma saudade. E o legal era que no dia seguinte ao nos encontrarmos não havia compromisso algum, nem mesmo comentávamos sobre o assunto, mas sabíamos que jamais esqueceríamos aquelas festinhas. 

  

003 - Nei & Nana - feitos um para o outro...

(Enviado por Anjo Azul)

           Olá pessoal, meu nome é Nei, tenho 34 anos, 1,78m, 77kg, cabelos castanhos escuros lisos, olhos castanhos, faço academia, gosto de esportes, principalmente corridas rústicas. Sou de Curitiba, Pr. É curioso como as coisas acontecem não é mesmo? Mesmo que você planeje, a vida dá um jeito de improvisar... Há exatamente um ano atrás, conheci uma garota que, sem eu saber, mudaria meu estilo, minha maneira de ser. Nana é uma garota que, quando você olha pra ela, não consegue desviar o olhar: morena clara, cabelos pretos longos, lisos(alisados), olhos verdes, seios médios, 1,70m de altura, 62kg muito bem distribuídos, bundinha empinadinha, pézinhos tamanho 36, estilo menininha, no alto de seus 27 anos, doce, meiga, com voz quente e sensual, com um arzinho petulante que faz você se sentir dominado por ela. Ela tem fogo no olhar! Impossível não se apaixonar, foi o que aconteceu comigo. Em nosso último encontro, a coisa literalmente ferveu! A intimidade abre novos caminhos, e quando se tem desejos, fantasias, não há limites na busca do prazer máximo. Como de costume, marcamos encontro, e ela veio me buscar de carro no meu trabalho. Essa situação é muito excitante: ficar esperando que uma garota linda venha te buscar... Ela chegou, linda como sempre, com um shortinho curto, mostrando suas coxas, botinhas, meias azuis, blusinha regata, óculos escuros. Sorriu pra mim, entrei no carro e nos beijamos apaixonadamente, um beijo cheio de volúpia, molhado, prolongado, nossas línguas se tocando uau! Se isso fosse possível, ficaria por ali mesmo com ela no carro nessa pegação gostosa! Mas tínhamos mais o que fazer, o Motel nos aguardava. E assim fomos, ela a cada passo já segurava meu cacete duro de vontade dela, dava uns apertões nas bolas que provocavam uma sensação gostosa num misto de dor e prazer, ela sabia como me dominar. Eu acariciava suas coxas, enfiando a mão no meio de suas pernas em direção à bocetinha que ficava marcada no shortinho, e com certeza já estava molhadinha na expectativa do que estava por vir. E assim fomos nos pegando durante o trajeto, e cerca de meia hora chegamos. Ela estacionou na garagem, eu desci e fui baixar o toldo, ela já saiu e recostou-se de costas no carro, eu cheguei e já fui pegando ela, agarrando pela cintura e puxando ela pra mim, nossas bocas se uniram, nossos corpos se tocaram, nos beijando alucinadamente, com sofreguidão, querendo um devorar ao outro! Ela abria as pernas e eu encaixava o cacete duro direto na xana dela, ficamos assim nos agarrando uns 5 minutos, suspirando, gemendo, respirando aceleradamente, até que ela disse:

- Amadinho vamos entrar? Senão a gente acaba transando em pé aki mesmo rsrsrs!

          Ela ria gostosamente, até a risada dela era gostosa! Que mulher! Concordei com ela e, após abrir a porta e acender a luz, fui seguir o ritual que já tinha se transformado em lei: pegá-la no colo e levá-la pra dentro, como uma noiva na noite de núpcias... Ela adora isso! E eu também, pois me sinto... dono dela! Embora eu saiba que é justamente o contrário, ela que é a minha dona! E que delícia pegar ela no colo e beijar ela assim! Entramos, pus ela delicadamente na cama, deitei em cima dela beijando sua boca, seu pescoço, os seios... Ela imediatamente inverteu a situação, montando em cima de mim, me beijando, levantou minha camiseta e foi descendo e mordendo (sim mordendo) meu peito, mamilos uuuuiiiiiii! Eu ali gemendo e ela saboreando tudo, passando as unhas sobre me peito dizendo:

- Você gosta né Amadinho? Gosta que eu te morda, te arranhe! Vou te deixar marcado pra você lembrar de mim!

Eu falei:

- Adoro minha preciosa!

          O que mais eu podia dizer? Era a pura verdade! Mal tive tempo de tirar a roupa, a camiseta, o tênis, as meias, a calça e a cueca. Ela imediatamente deitou de costas na cama e foi tirando a sua blusinha e o shortinho, ficando só de meias e calcinha (estava sem sutiã), uma calcinha linda, rosinha com listras brancas e verdes bem pequenininha, onde dava pra ver os pelinhos da xota dela, porque ao contrário da maioria das meninas hoje em dia, a Nana é peludinha! E como eu gosto dela assim, akeles pelinhos negros saindo pra fora da calcinha, que delícia! Não resisti a essa visão, e quis registrar, porque era uma imagem linda! Peguei o celular do bolso da calça e tirei uma foto, ela deixou mas claro só da parte que me interessava né! Assim bem de pertinho, ficou show! Aliás, se alguém quiser ver, só me mandar oi que eu mando a foto blz? Então, continuando, ela mais uma vez veio pra cima de mim, do jeito que ela gostava, do jeito que eu adorava! Montou em mim e foi subindo com as coxas uma de cada lado do meu pescoço, deu uma apertadinha, e sentou no meu rosto. E assim, iniciou o Facesitting (em português "sentar na cara"), que é uma prática sexual na qual a mulher se senta sobre o rosto do parceiro, para permitir ou forçar o contato oral-genital ou oral-anal. Isso denotava claramente a sua dominação e a minha submissão. Ela é a minha Rainha, a minha dona! Dona das minhas vontades, dona do meu prazer! Sentada no meu rosto, me sufocando, eu sentindo o cheirinho delicioso da bocetinha dela! Que delícia, que maravilha! Que perfume, o melhor cheiro do mundo! E também a calcinha dela ia ficando cada vez mais molhada, meu caralho ficou tão duro que até encostava no umbigo, tamanho era o meu prazer! Ela rebolando, se remechendo toda, me deixando sem respirar, eu não podia ver mas ficava imaginando o ar de satisfação dela! Eu ouvia os gemidos de prazer dela, sabia o quanto ela estava excitada, sabia que ela estava adorando! Pude ouvir ela dizer:

- Ce gosta né safado! Gosta de ser meu escravo!

Eu não podia responder, só podia gemer... Gostava não, amava, adorava! Ela encaixou a boceta na minha boca, e fez movimentos de vai-e-vém como se estivesse fodendo, lentamente, aos poucos foi acelerando, a calcinha totalmente encharcada da excitação dela, e ela mesma puxou a calcinha pro lado expondo a bocetinha linda, e falou:

- Agora me chupa Amadinho! Chupa bem gostoso minha bucetinha vai! Vém, mete essa língua gostosa em mim vai vai vaaaaaiiii! Adoro essa tua boquinha deliciosa, me faz gozar gostoso na sua boca!

          E precisava pedir? Ordenar? Pois era isso que eu mais queria! Sem poder falar e sem quase respirar direito, eu só podia gemer... Fazendo hummhuummm.... mmmmmm..... mmmpppffff... Comecei a passar a língua nela, bem devagar, de baixo pra cima, lambia toda a xoxota dela, de cima a baixo, dos lados, mexia com a língua pros lados, enfiando o mais que podia dentro dela, ela ajudava rebolando, remechendo, estava fodendo a minha boca! A diabinha sabia mesmo como obter o prazer máximo! Continuei chupando e sugando seus líquidos vaginais, que gostinho delicioso ela tinha, eu tava viciado já! Eu passando a língua no seu botãozinho do prazer, lambendo ela toda. Ela começou a gemer mais alto, mais forte, acelerando os movimentos, sabia que ia gozar logo e assim foi, dando um grito explodiu num belo orgasmo, me deixando roxo hehe! A situação, a sensação, era por demais excitante, meu pau só faltava explodir tal era meu tesão! Então ela gozou gemendo muito:

- Aaaaaiiiiii hhhhhh uuuuummmmm aaaaannnnnn! 

          Foi aos poucos diminuindo o ritmo e a pressão sobre mim, até que parou, respirando profundamente. Tinha gozado gostoso e permanecia sentada na minha cara.... E bem rapidinho virou o corpo, ainda com a boceta no meu rosto, e abocanhou meu cacete duro. E assim teve início um 69, ela engolindo meu pau, dando umas leves mordidinhas nele que provocavam uma dorzinha mas que era muito gostoso! E continuava montada em mim esfregando a xana na minha boca, na minha cara, pois ela queria gozar mais! Com akela boquinha quente, molhada, gulosa, eu tentava resistir o máximo antes de gozar, mas sabia que não ia durar muito, ela chupava gostosmente, sabia mesmo o que estava fazendo, e ainda por cima se mechia mais em cima de mim, estava tendo um duplo prazer, aliás nós dois estávamos! eu chupava ela, ela me chupava, e juntos fomos chegando perto do gozo, ela no seu segundo, eu no meu primeiro, eu sabia que ela queria me fazer gozar assim, e que queria também gozar de novo, e assim foi.... Meu caralho explodiu na boca dela, num gozo alucinante! Ela também soltou seu líquido quentinho na minha boca, gozamos juntinhos, senti minha porra jorrando na boca dela, foram uns 5 ou 6 jatos de porra, que ela tratou logo de beber tudinho lógico! Bebi o gozo dela, e ela bebeu o meu, só assim mais relaxados, ela veio e deitou-se ao meu lado, ficamos nos beijando apaixonadamente. Nossa respiração denunciava o esforço a que fomos submetidos, ainda mais ela que tinha gozado duas vezes já... Assim pouco tempo depois ela levantou-se, agarrou nos meus cabelos e falou:

- Vém aki meu cachorrinho!

- Hã? Cachorrinho? Como assim....

          E foi me puxando, me fazendo ajoelhar no chão, sentou-se na cama e começou a passar os pézinhos ainda com as meias no meu rosto... Suas meias eram azuis, com florzinhas brancas. Ela passava os pés no meu rosto dizendo:

- Sente meu cheirinho, sente meu chulézinho! E falava isso rindo, se divertindo! Na certa, achava que eu não ia gostar, mal sabia ela que estava amando seu cheirinho gostoso de chulézinho....

          E foi o que eu fiz, adorando tudo akilo! Cheirei mesmo, sentindo as meias molhadinhas dos pézinhos suadinhos dela, então ela falou:

- Tire minhas meias e beije meus pés! Faz o que eu to mandando!

Seu desejo é uma ordem kerida... tirei as meias e comecei a beijar os pézinhos, em cima, nas solinhas, e logo já estava chupando os dedinhos dela, um por um, ela foi enfiando o pé na minha boca, depois o outro, rindo pois sentia um pouco de cócegas... Eu fui lambendo, beijando, sugando seus pés, estava mesmo totalmente dominado por ela! Alucinado, eu sabia que faria qualquer coisa que ela pedisse, ou melhor, mandasse! E ela, com certeza, também já tinha percebido isso pois estava me usando ao seu bel-prazer! Até que ela disse:

- Agora vou te dar um presentinho.... Fica de quatro cachorrinho!

          Fiz o que ela disse, e ela veio e montou em mim. Isso mesmo, sentou-se nas minhas costas, soltando o peso dela sobre mim, agarrou meus cabelos com uma mão, e com a outra começou dar tapas na minha bunda dizendo:

- Vamos lá no banheiro agora!

          E eu fui né... engatinhando, com ela montada em mim, na verdade eu não era o cachorrinho dela, era o cavalinho rsrsrs! E ela agarrada nos meus cabelos, me guiando, até que entramos no banheiro, e eu imediatamente já sabia o que ia acontecer, meu sangue ferveu, minha respiração acelerou, e meu cacete começou pulsar de tanto tesão! Não deu outra: entrei direto no box, e sentei no chão, ela veio pra cima de mim, e ainda de calcinha, só puxou ela de lado mais uma vez, encaixando a buceta na minha boca, e ficou parada respirando fundo... De novo akela expectativa! O tempo parecia parar, parecia uma eternidade.... Eu sentado no chão gelado do banheiro, ela em cima de mim, eu com a cabeça no meio das pernas dela... Em êxtase, em transe..... Numa espera interminável! De repente, um líquido quente começa a escorrer da xotinha dela, o cheirinho característico se espalhando pelo ar, e o gosto... ah o gosto! O sabor dela, salgadinho, mas ao mesmo tempo adocicado, começou a escorrer aos montes, dentro da minha boca! Eu quase me afogando, mas me esforçando pra engolir o máximo que podia, o xixizinho dela foi escorrendo pela minha boca, pelo meu queixo, pescoço, peito, atingindo até meu cacete, que delícia! Bebi quase todo o xixizinho dela, que ia saindo fartamente, até o último espirro de mijo, que claro não desperdicei engolindo diretamente. Ainda fiquei lambendo a xaninha dela até deixar bem enxutinha. Fiquei lambendo os lábios, saboreando akela delícia, verdadeiro néctar! Ela saiu de cima de mim, e me puxando de novo pelos cabelos disse "vém". E me fez ficar de quatro novamente, montou em mim, e foi me guiando pelos cabelos até a cama novamente, onde deitou de costas me puxando pra cima dela. Dei mais uma chupadinha na xota sentindo ela ficar molhadinha, ela virou-se e ficou de quatro (agora era vez dela né hehe!) dizendo:

- Vém gostozão, vem me comer vém! Me fode gostoso, cachorrão!

          Ah, fui direto pra cima dela, encaixando o cacete na bocetinha dela por baixo, agarrei nos seios dela apertando eles, puxando, enquanto o pau deslizava suavemente pra dentro dela... Quando senti ele entrar todo, tirei novamente e voltei a meter com força, com tudo, de uma vez só! Ela deu um urro, um grito tão alto, um gemido que quase estremeceu as paredes! Comecei a meter gostosamente nela, ela urrando, gemendo, dando gritinhos de prazer... Agarrado nos seios dela, fiz ela levantar o corpo, ficando de joelhos na cama, eu atrás dela, desse jeito é muito gostoso! Ficamos metendo assim até que ela interrompeu, meu puxou pra cama, me fez deitar de costas, e veio pra cima de mim, sentando no meu cacete, com a xota encaixada na cabeça do caralho, e assim ele entrou todinho dentro dela.... Ela montada em cima de mim, segurando meus pulsos, e mordeu o lábio inferior, me olhando com ar de desafio... Akeles olhos verdes dela faiscavam! Eu, pra entrar no jogo, fazia força como se estivesse tentando escapar, me debatia um pouco, ela com akele arzinho petulante de satisfação, se sentia ainda mais minha dona....                    Como se eu quisesse escapar dela.... Acho que o quarto podia pegar fogo, que eu não ia me mecher debaixo dela! Era seu prisioneiro do amor! E assim, ela montadinha em mim, sua buceta prendia-me pelo pênis como um alicate... Ela começou a foder gostosamente, sentava e levantava, num ritmo cadenciado dos quadris dela, até que ela deitou-se mesmo toda em cima de mim, rebolando no meu cacete. Ficamos assim uns minutos, até que ela deitou-se de costas me puxando pra cima dela, eu lógico fui sem ao menos tirar o pau de dentro quase, tão encaixados estávamos. Era desse jeito que iríamos finalizar, seria essa a posição de abate! Eu em cima dela, com o cacete enterrado na buceta, ela começou a passar as unhas nas minhas costas, primeiro de leve mas aos poucos, à medida que eu aumentava a velocidade das estocadas, ela foi cravando as unhas em mim, arranhando de cima até em baixo, e cravava as unhas na minha bunda, provocando uma dor que só não era mais forte que o tesão, que o desejo! Quanto mais eu metia nela, mais ela me arranhava! E ainda assim, ela cravou os dentinhos no meu ombro, mordeu mesmo pra valer! Eu soltei um gemido agudo, urrando, ela começou a rebolar aceleradamente, eu fui metendo com força, com tudo, ela mordendo e arranhando, estávamos outra vez gozando juntinhos! Gemendo, gritando, unidos no prazer máximo, até que....

_AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!  

          Gozamos pra valer, num orgasmo sincronizado, gritando de prazer, de dor, de tesão, de desejo, tudo isso junto. Ficamos ainda assim, grudadinhos, ambos suados, arfando, esgotados, sem coragem de nos mechermos. Os corpos totalmente suados, molhados, grudados, unidos, éramos um só nakele momento. Respirando profundamente, aos poucos fomos nos recompondo, trocando beijinhos suaves, até nossas bocas se unirem novamente num beijo longo, prolongado, cheio de volúpia. Ficamos assim, nos beijando, suspirando, até que ela abriu os olhos e sorriu pra mim. Retribuí o sorriso e dei mais um selinho nela, e assim fui saindo de cima dela, desencaixando o pau, que saiu totalmente molhado de dentro dela, nossos gozos se fundindo... escorrendo pelas nossas pernas... Aí ela olhou pra mim e disse:

- Amadinho vamos tomar um banho vamos?

Respondi:

- Claro gatita vamos sim, vém...

          Levantamos, peguei ela no colo e levei ela, ela rindo da situação, adorava ser pega no colo. Pus ela em pé no chão, ela tirou a calcinha, e esfregou no meu rosto, rindo... E dizendo:

- É pra você nunca mais esquecer do meu cheirinho viu? Rsrsrsrsrs!

          E era verdade, eu não ia mesmo esquecer, nem queria, tanto que guardei a calcinha dela pra mim ficar cheirando depois hehe! Entramos no chuveiro, sentindo a água correr sobre nossos corpos, lavando as marcas de nossa luxúria, e conforme a água foi caindo comecei a sentir dor.... Minhas costas ardendo! Eram as marcas de arranhada dela, ela tinha realmente me deixado cheio de vergões nas costas, e também as marcas das mordidas dela doíam no meu peito e ombros.... Fazer o que né? Paciência! Eu gostava, tái: eu gosto! Era um dorzinha gostosa, a água caindo provocando essa sensação, ela se divertia com os meus gemidos, dizendo:

- Ah tá vendo você merece quem mandou ser gostoso! Rsrsrsrs! E ria dizendo isso....

          Eu falei ah é né? Você vai ver sua malvada! Bandida! Sua gostosa! E Aproveitando que ela estava de costas pra mim, agarrei ela pelos quadris, me esfregando nela, encoxando ela, e meu pau deu um salto, pulsando novamente, dando sinal de vida... Ela percebeu e falou:

- Ah, você quer né? Tá bom! Você eu deixo, pra você eu dou minha bundinha!!!!

          Ah, ela falou a palavra mágica: bundinha! Meu pau ficou em riste, gigante, querendo comer ela mais uma vez. Fui lá pegar uma camisinha, porque ela era lubrificada né, e embora a gente não tivesse usado antes, agora era necessário hehe! Coloquei a camisinha no pau, ela ficou de costas pra mim, ali no banheiro mesmo, e apoiou-se na pia, se abaixou um pouco e empinou a bundinha pra mim. Que visão mais linda! Que bundinha perfeita, maravilhosa, arrebitadinha, que delícia! Mal podia acreditar que iria comer essa coisinha linda! Encaixei a cabeça do cacete na sua entradinha, ela deu uma gemidinha e empurrou um pouco o rabinho pra mim, e a cabeça foi entrando, até que fui metendo nela e já na metadinha, meti com tudo o resto! Ela deu outro gritinho, que delícia, que música pros meus ouvidos! Era a vez dela sentir dor, não era justo só eu sofrer né hehe! E assim numa estocada mais forte o cacete entrou todinho na bundinha dela, senti as bolas batendo na entradinha, meu caralho foi todo para dentro daquele rabo, ela fazia uma carinha de dor, dava uns gemidos, mas estava claro que era mais de excitação do que de dor e após enterrá-lo por inteiro no rabo dela, comecei a bombar gostoso, ela ali abaixadinha com a bundinha grudada em mim, eu num vai e vém lento mas cadenciado, sua bunda estava engolindo meu caralho de uma forma voraz, a bundinha dela estava com meu pau todo cravado dentro e ela rebolava colocando cada centímetro mais para dentro num entra e sai muito louco! Enquanto meu caralho duro de tesão por ela era enterrado no fundo do seu rabinho, num frenético vai-e-vem, bombando forte e fundo! E nesse turbilhão de pensamentos ela gemeu alto e eu metendo o caralho cada vez mais rápido dentro dela, com a mão esquerda agarrei os peitinhos dela e fui apertando, massageando, e enfiei a outra mão por frente na bucetinha dela, acariciando o clitóris, enfiando primeiro dois dedos na buceta e depois três, estava muito gostoso, o pau no rabo dela, a mão esquerda no seio, e a mão direita na buça, nossa que puta tesão! A situação era por demais excitante, que logo logo senti que ia gozar, ela foi rebolando, gemendo, jogando a bundinha pra frente e pra trás, se esfregando mais e mais em mim, intensificou o vai-e-vem, aumentamos o ritmo dos movimentos, meu pau às vezes quase saindo de dentro, deixando a ponta da cabecinha na portinha e entrando novamente. Aquilo durou ainda alguns minutos. Senti que já ia gozar. Acelerei minhas estocadas, e cravei o pau até onde eu conseguia ir, até o final, e assim logo estávamos gozando, eu e ela juntinhos mais uma vez! Que encaixe perfeito, que transa maravilhosa a nossa! Fui bombando rapidamente, enchendo a borracha com porra quente! Ela gemendo gritava desesperadamente, me chamando de gostoso, de safado, dizendo:

- Ai aaaaiii Amadinho assim vai vai goza na minha bundinha aaaaiiii aaaannnnn aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!

          E mais uma vez, exaustos, com o tesão todo à flor-da-pele, terminamos mais uma seção.... Ainda fiquei engatado nela, fazendo carícias, beijando duas costas, seus cabelos, pescoço... dando um xero nela. Segurei a camisinha pela base e fui tirando do rabinho dela, a quantidade de porra era enorme! Mesmo depois das outras gozadas! Tirei a camisinha do pau, dei um nózinho na ponta e joguei no cesto de lixo. Nos abraçamos, nos beijamos novamente, amparando um ao outro. E fomos mais uma vez pro chuveiro, nos lavando simultaneamente, fazendo carícias mútuas, a água ia caindo nas minhas costas causando um frisson, misto de dor e arrepio, pois ela tinha mesmo cravado as garras afiadas em mim! Eu sabia que as marcas iriam ficar uma semana pelo menos! Isso me fazia ainda mais dela, me deixava ainda mais apaixonado. Ela se divertia passando as mãos, os dedinhos sobre as marcas, elogiando a própria performance, dizendo:

- Amadinho hoje eu caprichei né? Judiei muito de você! Isso é pra você aprender quem manda... rsrsrsrs!

- É isso mesmo minha princesinha... eu sou teu, você é a minha dona!

          Mesmo em tom de brincadeira, eu sabia que era verdade. Enfim nos enxugamos, ela foi se recompor, ajeitando os cabelos, voltamos para a cama à procura de nossas roupas, ela vestiu o shortinho, sem calcinha mesmo... pois essa já era minha! Eu mesmo fui colocar as meinhas nela, ajoelhado diante dela, dei uns beijinhos nos pés dela, coloquei as meias e as botinhas, ela pegou a blusinha e vestiu. Eu também vesti a cueca, a calça e a camiseta, colocando também as meias e o tênis. Nos ajeitamos mais uma vez no espelho, com os rostos colados, e trocamos vários selinhos. Ela disse:

- Vamos Amadinho?

          Olhei no relógio, e me espantei, fazia quase duas horas que estávamos ali! Nossa, puxa vida! Nem vi o tempo passar.... é sempre assim, quando se está com quem você ama! E assim, mais uma vez, deixamos nosso ninho de amor. Ficamos ainda nos despedindo uns 10 minutos dentro do carro dela, num amasso bem gostoso, dando uns malhos com gostinho de quero mais... por pouco não voltamos lá no Motel e começamos tudo de novo! Mas isso é outra história, não faltariam oportunidades. E assim, seguimos nossos destinos, cada um do seu lado, ansiosos por novas aventuras, que com certeza seriam tão ou mais gostosas do que essa! 

002 - A CAIXA DE FERRAMENTAS

 

               Quando a campaninha tocou, minha mulher estava no banho e eu acabara de levantar. Vestido apenas com o roupão, corri a ver quem era. Era uma amiga de minha mulher, a dona Cenira, a quem ela encomendara um tapete para a sala. Fiz-lhe um sinal da porta, peguei as chaves e fui abrir o portão. Disse-lhe que entrasse, que a mulher a esperava, mas estava terminando o banho e logo a atenderia. Quando ela entrou, antes de alcançar a porta, emparelhou comigo, tocou meu ombro e segredou:

- Quando você se baixou para abrir o portão, seu roupão abriu e eu vi a sua ferramenta de trabalho.

               Essa observação, àquela hora da manhã, após uma noite sem sexo, abriu-me a porteira da safadeza:

- E o que você achou da minha ferramenta?

- É bem vistosa, mas estava desarmada.

- Pois é, ela está precisando de uma caixa... A que eu tenho aqui está meio enferrujada e travando...

- Não diga! - exclamou ela fingindo espanto – quer dizer então que está precisando de uma caixa que funcione bem...

               Eu a olhei de cima em baixo e vi que dona Cenira, sessentona simpática e séria que desfrutava do respeito da vizinhança, era uma mulher carnuda, coxas grossas, traseiro bem fornido e peitos provocantes. Eu tive um sorriso malandro e respondi:

- Acertou em cheio dona Cenira!... Preciso urgente de uma caixa pra colocar essa ferramenta antes que ela enferruje também... Você pode me ceder a sua caixa?

A safada sorriu:

- Primeiro gostaria de ver a sua ferramenta armada e saber se ela vai caber apertadinha ou muito folgada em minha caixa...

A esta altura já estávamos na sala. Fi-la sentar-se na poltrona que fica de frente para o quarto de vestir, pedi que esperasse, pois iria trocar de roupa. Entrei com a ferramenta em completa ereção, me desfiz do roupão e fiquei nu. Virei-me e vi que ela olhava com os olhos arregalados e a mão na boca como se abafasse um grito de espanto.  Nesse momento, escutei os passos de minha mulher se aproximando; fechei a porta e vesti a bermuda. Quando saí, dona Cenira explicava à minha mulher que o tapete pesava bastante e o fornecedor deixara-o na garagem de sua casa. Minha mulher, então, pediu-me que o fosse buscar. Ficou combinado, então, que eu passaria na casa de dona Cenira, ao voltar do escritório para o almoço, aí pelas 12 horas. Na verdade não fui para o escritório. Deixei o carro no Posto de um amigo às 8:30 e fui direto para a casa de dona Cenira, examinar sua caixa de ferramenta. Quando ela abriu a porta, eu perguntei pelo marido:

- E aí, seu Lopes está?

- Não, eu estou sozinha. Meu marido já faz 15 dias que está em Brasília, supervisionando uma obra e só volta no fim do mês.

- Pois é, eu vim buscar o tapete, mas antes gostaria de conferir a sua caixa de ferramenta...

- Mas veio cedo, pensei que viria às 12 horas...

- Eu queria aproveitar todo tempo possível, mas se você estiver ocupada agora eu posso voltar depois...

- Não, de forma nenhuma!... Sem problema, pode entrar.

Eu aproveitei e fui perguntando:

- Então, acabei não sabendo a impressão que lhe causou, hoje pela manhã, a minha ferramenta armada...

Ela sorriu e me deitou um olhar meio maroto:

- Muito boa! Nunca tinha visto uma ferramenta, tão robusta... É uma assim que eu gostaria de guardar na minha caixa.

              Sorriu novamente, me pediu que esperasse uns minutinhos e foi para o interior da casa. Quando voltou, veio de cabelos soltos, vestindo um roupão de banho cor de vinho que contrastava com o branco de sua pele. A sessentona era, apesar da idade, uma mulher bonita que usava maquiagem discreta e não se notavam rugas no seu rosto cheio e vistoso. Eu abri os braços e fiz um galanteio:

- Você está linda, dona Cenira! Deslumbrante, mesmo!

- Nossa! Além de bem guarnecido de ferramenta, ele é galanteador... Como é bom a gente ouvir um elogio assim, logo pela manhã!

               O roupão de dona Cenira era curto, deixava-lhe à mostra as coxas roliças. Eu sempre fui tarado por mulher que não usa calcinha, daí a minha expectativa de que ela estivesse nua por baixo do roupão. Ela me olhou ajeitou os cabelos e perguntou:

- Quer mesmo conferir a minha caixa?

- Claro!... Como você quiser e onde quiser.

               Sem dizer mais nada, sentou no sofá à minha frente, abriu o roupão e eu pude contemplar a vagina sexagenária mais linda e excitante que já vi em minha vida. Era gordinha, depilada do púbis pra baixo e tendo a cima um coração moldado nos pentelhos aparadinhos. Eu estava parado, numa espécie de espécie de êxtase, contemplando aquela insinuante caixa de ferramenta, quando ela pediu:

- Tire a roupa, meu bem, e venha pra cá com a sua ferramenta armada, pra ver se ela cabe na minha caixinha...

              Não me fiz de rogado, me despi e quando tirei a cueca, minha ferramenta armada deu um pulo para a admiração de dona Cenira, que ficou de pé, tirou o roupão e veio segurar nela, exclamando:

- Uau, que grandona!...

               Enquanto ela me segurava o pau, eu a abracei, beijei-a na boca, nos seios fartos e percorri, demoradamente, com meus dedos as suas costas, da nuca à bunda macia e lisinha. Em seguida empurrei-a para o sofá, me enfiei entre suas pernas, separei os lábios de sua vagina gorduchinha e me pus a lambê-la de cima pra baixo, acariciando com a ponta da língua a entradinha vermelha, sugando o leitinho que ela expelia. Quando cheguei ao clitóris, ela implorou:

- Ai, meu bem, coloca logo essa tua ferramenta dentro da minha caixinha... Não sou de ferro!... Vamos pra cama.

               No quarto, na larga cama de casal, ela se atirou de costas com as pernas abertas e levantadas e eu me meti entre elas, coloque-ias sobre meus ombros, segurei-a pelas coxas, posicionei a cabeça do pênis na entrada da vagina e iniciei a penetração que não foi fácil. Cenira tinha o que se pode chamar de um bocetão. Apesar de volumosa e úmida sua vagina tinha o canal estreito, apertadinho. Enquanto eu a penetrava, ela fazia algumas caretas, mas quando se sentiu totalmente penetrada, ela contraiu a vagina, entreabriu os lábios e deu um gemido prolongado de prazer que eu interpretei como uma expressão de incômodo:

- Está doendo, quer que eu tire?

- Não, não!... Tira não!... Ta é muito gostoso e eu estou gozando... Aaaaaaaaaaaaaaaa, que pau delicioso!... Aaaaaaaaaaaaaaaa!

               Senti que ela teve um orgasmo, aproveitei, tirei o pênis da vagina e a fiz chupar. Antes de o por na boca, ela o segurou e disse me olhando:

- Vou fazer isso pela primeira vez. Sempre tive vontade, mas o Lopes nunca deixou.

               Inicialmente, meio sem jeito, ela começou lambendo a cabeça da ferramenta, depois todo a sua extensão e em seguida, meteu-o na boca e fez uma deliciosa chupeta. Sentindo que o meu orgasmo se aproximava, mandei que ela ficasse de quatro e quando encostei o membro em sua bunda, ela pediu:

- Não, aí não! Hoje eu quero tudo na caixinha.

               Então eu deslizei o membro por baixo e o introduzi com força na vagina, enquanto a segurava pelos quadris e contemplava, cheio de tesão, aquele traseiro enorme que lembrava o desenho de um coração. Desta vez minha pica entrou mais fácil. Quando meu saco encostou em suas nádegas, ele gemeu alto e se pôs a rebolar e a dizer coisas sem nexo e eu iniciei as estocadas num vai e vem frenético que culminou no meu primeiro orgasmo, numa explosão de gozo a dois, que há muito eu não sentia. Quando retirei a ferramenta de sua caixinha, ela se virou e se pôs a me olhar com os olhos marejados, me abraçou em seguida, me beijou e me disse, acariciando meu rosto, com a voz meio embargada por uma emoção que eu nunca vira numa mulher após uma relação sexual:

- Obrigado, meu querido!... Com seu tesão e seu carinho, você acabou de aliviar um pouco a minha solidão...

               Dona Cenira estava emocionada. Eu retribuí os beijos e o carinho e tratei de continuar o jogo da excitação, acariciando-lhes inicialmente os seios. Dentro em pouco estávamos ambos cheios de tesão, iniciando uma nova e deliciosa trepada que se prolongou até o meio dia. Eu tive mais um orgasmo e ela uns cinco.

               Quando me despedi, ela colocou o tapete enrolado em meus ombros e me disse:

- Quando a sua caixinha doméstica travar de novo, venha aqui e use a minha quanto quiser... Sua ferramenta é muito estimulante e você a usa com muita competência.

               Em seguida sorriu e antes de entrar fez este comentário olhando vagamente para um ponto distante:

- Ah, meu Lopes, se você soubesse usar assim, como ele a sua ferramenta e não me deixasse sempre tão sozinha, jamais seria um corno, acredite!

 

Spartacus

 

001 - Realizando fantasias no Sul

 

          Meu nome é Rubia e meu marido se chama Beto. Somos um casal bastante liberal. Meu marido adora me ver chupando outros homens e eu adoro transar com dois ou três homens ao mesmo tempo, incluindo meu marido, pois assim enquanto um me fode, eu posso me deliciar chupando o outro.

          Como não queremos que nossos vizinhos, amigos ou colegas de trabalho do meu marido fiquem sabendo de nossas preferências sexuais, normalmente saímos de nossa cidade nos finais de semana para realizar nossas fantasias, mas a mais marcante de todas as nossas aventuras aconteceu muito longe de nossa cidade.

          Foi numa viagem que fizemos ao Rio Grande do Sul no mês passado. Meu marido precisou viajar à trabalho e eu me ofereci a ir com ele.

        Sou do tipo mignon, 1,55m, um corpinho que causa inveja em minhas colegas de academia e olhares gulosos nos homens, principalmente por causa da minha bundinha, durinha e arrebitada. Gosto de usar roupas provocantes e me exibir um pouco, claro que dentro dos limites. Quando vamos ao clube da nossa cidade, uso biquinis comportados, porém quando vamos ao litoral dou um jeitinho de enfiá-lo na bundinha, na realidade fico excitada em me mostrar e saber que estou sendo desejada, mas para essa viagem, escolhi um vestido solto, que me deixa muito sensual.

          A viagem foi um pouco cansativa, mas enfim chegamos, eram 10 horas da manhã. No aeroporto já havia um motorista da empresa, ele nos levaria até o hotel. Ao chegarmos à recepção, meu marido foi informado que a reunião seria logo após o almoço, portanto eu teria toda tarde livre.

         Almoçamos e durante o almoço, falei com o Beto a respeito de mandar um e-mail para o gauchinho do qual eu havia comentado, disse a ele que estava pensando em convidá-lo a vir até o hotel para me fazer companhia, pois não queria me sentir sozinha.

          A princípio Beto ficou meio indeciso, mas foi só eu ficar cheia de dengo para ele mudar de ideia.Concordou e disse para eu tomar cuidado e que se precisasse poderia ligar para ele que na mesma hora sairia da reunião e viria ao meu encontro.

          Beto foi para reunião e eu fui para o apartamento, fechei a porta, tirei meu vestido, ficando só de calcinha e fui desfazer a bagagem, arrumando as roupas no armário. Antes enviei um e-mail para meu novo amigo gauchinho, convidando-o a vir até o hotel, passei o número de meu celular, o endereço  e fiquei aguardando ansiosa pelo seu contato.  

          Escolhi uma roupa bem apropriada para dar um passeio pelas redondezas, um shortinho jeans e um top. Vesti-me e saí. Entrei em uma lojinha que vendia desde souvenir até roupas de banho. Resolvi comprar um biquíni novo, bem sensual. Escolhi um preto, pequeno, mas sem chegar a ser um fio dental. A parte de traz era pequena o suficiente para com qualquer movimento enfiar-se na minha bundinha. Saí contente com minha compra e resolvi inaugura-lo. O hotel, por ser dia de semana, estava quase deserto, com poucos hóspedes.

          Cheguei ao quarto e fui logo tirando a roupa para vestir meu novo biquíni. Quando já estava só de calcinha olhei para a janela e percebi que havia uma pessoa me espiando de uma janela do outro lado do hotel. Corri para o banheiro para me vestir, foi quando percebi que estava confusa e excitada em saber que estava sendo admirada, senti que estava gostando da brincadeira. Resolvi continuar de calcinha, que mal havia? Não iria me tirar pedaço e satisfaria meu lado exibicionista. Saí do banheiro e comecei a andar displicentemente pelo quarto, com meus seios à mostra e uma minúscula calcinha enterrada na bundinha. Demorei uma eternidade arrumando o que estava arrumado. Nunca tinha vivido uma situação destas, estava tremendamente excitada. Resolvi vestir o biquíni e ir para a piscina. Tirei a calcinha de costas para a janela, exibindo minha nudez para meu admirador secreto e percebendo o quanto eu estava excitada, pois a calcinha estava toda molhadinha. Vesti o biquíni, um camisão por cima, peguei a toalha e saí em direção à piscina.

          Lá chegando deitei-me de bruços, pois queria ficar bem bronzeadinha. Nesta posição minha bundinha ficou completamente à mostra, pois o biquíni já estava todo enfiado e eu não estava fazendo nenhuma questão de tirar. Fiquei pensando no ocorrido, surpresa comigo mesma, sem acreditar  que tinha tido coragem de ficar me exibindo para um estranho. Quando estava absorta em meus pensamentos ouvi uma voz a meu lado. Tomei o maior susto, era o barman trazendo junto com ele um lindo jovem, e dizendo: Este rapaz esta procurando por você.  Agradeci dizendo que era um amigo, e o barman se retirou.

          Meu amigo se apresentou e começou a falar. Disse que não telefonou, pois preferiu vir pessoalmente para me fazer uma surpresa. Notei que ao invés de olhar para meu rosto seus olhos não desgrudavam de meus seios. Deitei-me na cadeira, ele sentou ao meu lado e durante algum tempo conversamos banalidades. Perguntei se ele gostaria de passar bronzeador em mim no que fui prontamente atendida. Ele começou a passar inicialmente em meus ombros, depois descendo até próximo ao biquíni. Mesmo depois de ter terminado de aplicar o produto, continuou a deslizar suas mãos pelo meu corpo.

          Pensei em pedir para parar, pois tinha alguns hóspedes por perto, mas aquela massagem estava muito gostosa. Aos poucos foi avançando em direção à minha bundinha, e ao invés de mandar que parasse comecei a mexer, enquanto ele alisava. Quando dei por mim ele já estava com suas mãos acariciando minha bucetinha. Vi então que a brincadeira estava esquentando, e achei melhor convidá-lo para subir ao meu apartamento.

          Lá chegando tirei a parte de cima do biquíni,  ficando só com a parte de baixo. Peguei uma cerveja para mim e outra para meu amigo que a essa altura já não conseguia disfarçar o volume nitidamente visível em sua bermuda.

          Levantei-me e fui tomar um banho. Retornei apenas com uma toalha enrolada ao corpo.  Gauchinho pegou meu hidratante e começou a passar em meus ombros, dizendo que estavam muito vermelhos. Sorri e deixei que continuasse. Aos poucos ele começou a descer com as mãos nas minhas costas, forçando a toalha, que ia descendo e deixando meus seios cada vez mais expostos. Em pouco tempo a toalha soltou-se, deixando-me à mercê daquele homem, completamente nua. Abraçou-me por trás, segurando meus seios com uma mão e tirando suas próprias roupas com a outra. Nosso tesão estava incontrolável. Em pouco tempo seu diamante já estava entre minhas pernas, vencendo minhas ultimas barreiras.

          Começou a movimentar, me deixando ver a ponta de seu diamante aparecendo entre minhas pernas. A esta altura já estava totalmente entregue e louca para ser penetrada, e foi o que aconteceu. Gaucho segurou-me pelos seios e puxou, penetrando profundamente, iniciando movimentos de vai e vem, fazendo com que seu diamante entrasse e saísse freneticamente de minha bucetinha. Perdi a conta de quantas vezes gozei em múltiplos orgasmos. Ele não gozou, disse que queria derramar seu leitinho em minha boca.

          Virei de frente para ele que começou a beijar e lamber meu pescoço, segurando minha bundinha com as duas mãos. Eu estava gostando de seus carinhos. Deitou-me na cama, abriu minhas pernas e novamente me penetrou. Enlacei minhas pernas em suas costas e comecei a mexer, pedindo que ele acelerasse, pois queria gozar outra vez.

          Então chegou minha vez de retribuir tanto prazer ao meu amigo. Fui mordendo levemente seu corpo, descendo em direção ao seu diamante. Comecei a chupar, ele enlouquecia cada vez que eu passava minha linguinha na cabeça daquela delícia.

          Eu só parava de chupar, para dizer que ele era muito gostoso e que queria todo seu leitinho na minha boca. Gauchinho começou a gemer cada vez mais rápido, acariciava meus seios e falava coisas que me levavam a loucura, tipo: Vou derramar todo meu leitinho nessa boquinha carnuda, gostosa.

          A certa altura eu disse que ia gozar e que era para ele encher minha boquinha de porra. E não demorou muito... Ele derramou tudinho na minha boca. Que gostosura... Tentei engolir tudo, mas ele gozou tanto que escorreu pelos cantos de meus lábios.

          Estávamos exaustos. Deitamos na cama, eu sobre seu peito. Ele acariciando meus cabelos, perguntou se poderia voltar no dia seguinte, eu respondi que era o que eu mais queria, e também que eu iria dar o cuzinho para ele, para que eu pudesse me sentir de fato, sua putinha.

          Chegou a hora... Ele se foi e eu me senti uma verdadeira “prenda” daquele gauchinho  gostoso.

          Quando Beto chegou, eu ainda estava deitada, totalmente nua e com a boca ainda melada daquele leitinho delicioso. Adivinhem... transei com Beto, só chamando pelo  nome do “meu Gauchinho”.

 

 

 

 

 

topo